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Como dar aula na escola bíblica dominical - Treinamento para Professores e lideres da EBD


Treinamento para Professores da EBD


O Ensino


Ensinar é uma das missões da igreja. Muitas igrejas se acham anêmicas espiritualmente porque não tem dado ênfase ao estudo da Palavra de Deus. Por falta de Profeta o povo se corrompe. O crente que não conhece a Bíblia está propenso a deixar-se levar por qualquer vento de doutrina que passa. O apóstolo Paulo tinha grande preocupação com relação a questão do ensino. Em Romanos 12:7, ele chamou a atenção escrevendo: “Se é ministério, seja em ministrar; se é ensinar haja dedicação ao ensino”.



Ministério da Educação Cristã



O ministério da educação cristã está associado com o ensino da Palavra de Deus no seio da igreja. Deste modo, é preciso que se tenha obreiros devidamente preparados e treinados para o exercício deste ministério. Muitas igrejas não tem dado o devido apoio a aqueles que tem se dedicado a Educação Cristã, contudo tem incorrido em uma falta muito grande, que é estar omissa as necessidades espirituais de seus membros.



O preparo do professor


Nem todas igrejas conseguem oferecer suporte e treinamento para os professores que estão iniciando. Mas, isso não é desculpa para não se preparar, na era digital existe muitas maneiras de um professor se preparar melhor para o ministério de ensino. Um professor pode se preparar e se destacar com o tempo e se tornar um excelente docente na EBD ou pode permanecer estagnado achando que não precisa melhorar, a grande diferença aqui está em reconhecer que todo professor necessita passar por um processo de aprimoramento e esse processo deve ser constante.

Existem diversos meios de se adquirir conhecimento e se preparar melhor, uma boa dica são os cursos EAD, que algumas instituições já oferecem,  um grande exemplo desse tipo de curso é o Curso de formação de professores e lideres da EBD oferecido pela Universidade da Bíblia. 

O Curso de formação de professores e lideres da EBD tem como objetivos formar professores para a Escola Bíblica Dominical; ofertar formação teológica para os futuros professores; Junto ao instrucional do curso foram trabalhados textos, livros, vídeos, imagens, músicas e dinâmicas para a dinamização das aulas. Oferecer noções didático-pedagogicas para os cursistas e compreender o processo de ensino/aprendizagem na Educação Cristã.   (Saiba mais)


 O que é Escola Bíblica Dominical (EBD)?



É o método de ensino da Bíblia, semanalmente, visando levar o aluno a:


1- Aceitar Jesus como Único Senhor e Salvador
2- Crescer na fé e no conhecimento bíblico
3- Por em prática os ensinos bíblicos


A Escola Dominical é o um departamento da igreja que consegue cumprir simultaneamente duas ordenanças do Senhor Jesus, que são ensinar e evangelizar. A Escola Bíblica Dominical ensina enquanto evangeliza e evangeliza enquanto ensina. A Escola Bíblica é o alicerce da criança, a coluna do jovens e o teto da família! 


7 CONDIÇÕES PARA UMA ESCOLA BÍBLICA IDEAL:


1-Líderes convictos que o ensino bíblico é útil (2 Tm 3.16-17)

2-Apoio do Pastor/demais líderes da igreja

3-Apoio da Congregação

4-Professores treinados e motivados

5-Local adequado para ensino

6-Um programa de ensino bíblico, regularmente ministrado

7-Priorizar o aluno



Veja abaixo mais alguns materiais para ajudar a 

melhorar suas aulas na EBD:



O que é necessário para melhorar o ensino na EBD



Quer melhorar ainda mais suas aulas na EBD? 






Conheça o Curso de Formação de Professores e Lideres da EBD (Saiba mais)

Para quem é indicado?

Curso de formação de professores e lideres da EBD é indicado para professor de Escola Bíblica, líderes e diretoria da EBD, obreiros, evangelistas, pastores e todo aquele que desejar obter conhecimentos sobre o bom funcionamento da Escola Bíblica.




O CONTEÚDO DO CURSO É DIVIDIDO EM MÓDULOS:  



✓ Educação Cristã

✓ Didática

✓ História do Ensino Biblico

✓ Fundamentos da Educação

✓ O ministério de Ensino

✓ Ferramentas para o Estudo da Biblia

✓ Materiais e Recursos EBD

✓ Como planejar sua aula

✓ Como fazer perguntas

✓ Métodos de ensino diferenciados e criativos

✓ Discipulado

✓ Avaliação no Ensino EBD

✓ Curso Liderança para EBD

✓ Relações Humanas e Comunicação

✓ Manual da Escola Biblica Dominical

✓ Métodos de Administração na EBD

✓ Orçamento e Princípios de Finanças da EBD

✓ Psicologia da Educação Cristã

✓ Cristo como Mestre

✓ Formação e Treinamento de Professores







Veja Também:


Curso Livre para professores de EBD:




Curso Livre de Teologia nível Básico e Medio:




Curso Livre de Teologia avançado:



Curso para Pregadores: 




Curso Livre de Capelania: 




Curso para professores de EBD:




HISTÓRIA DA ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL



HISTÓRIA DA ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL



O que hoje chamamos de Escola Bíblica Dominical, teve como fundador o jornalista Robert Raikes (1735-1811). Anglicano, Raikes foi batizado na infância na Igreja (Anglicana) de Santa Maria da Cripta e educado na Escola da Cripta, ambos na Rua Southgate, em Gloucester, e, mais tarde, na Escola dos Reis.


Tornou-se aprendiz de Jornalismo com seu pai, dono do Diário de Gloucester. Raikes era natural da cidade de Gloucester, Inglaterra. Em 1757, aos 22 anos, Raikes sucedeu seu pai que havia falecido, assumindo a editoria do jornal Diário de Gloucester, um periódico voltado para a reforma das prisões.


Raikes se interessava pela reforma prisional inglesa, por causas das condições terríveis a que os presos eram submetidos. Certo dia, procurando um jardineiro na Rua Saint Catherine, no bairro de Sooty Alley, ele encontrou um grupo de crianças maltrapilhas brincando na rua. A esposa do jardineiro disse, então, que aos domingos a situação era pior, pois as crianças que trabalhavam nas fábricas, de segunda a sábado, durante horas muito longas, ficavam desocupadas nesse dia, quase abandonadas, passando o tempo brincando, brigando e aprendendo toda espécie de vícios. Elas extravasavam toda sorte de violência nesse dia. Essas crianças, constatou Raikes, estavam a um passo do mundo do crime e ele chegou a ver o destino de muitas delas, ao visitar as prisões de Gloucester.


Nesta pequena cidade inglesa, onde vivia, a delinquência infantil era um problema que parecia insolúvel. Menores trabalhavam em minas de carvão de segunda a sábado, tinham pouca ou nenhuma escolaridade, comportavam-se mal e envolviam-se em todo tipo de delitos e confusões. Raikes, preocupado com o que via começou convidar os pequenos transgressores para que se reunissem todos os domingos para aprender a Palavra de Deus.


Raikes resolveu estabelecer uma escola gratuita para esses meninos. Então, Raikes contratou uma equipe de quatro mulheres no bairro para lecionar, recebendo um xelim e seis pence, cada uma. Com a ajuda do Rev. Thomas Stock, Ministro Anglicano, Raikes pôde logo associar cem crianças, de seis aos doze ou quatorze anos, nestas escolas dominicais. A primeira foi instalada na Rua Saint Catherine. Juntamente com o ensino religioso, os meninos aprendiam disciplinas seculares, como matemática, história e inglês.


Depois de um período experimental, Raikes divulgou suas ideia e os resultados em seu jornal, no dia 3 de Novembro de 1783, data em que se comemora, na Grã-Bretanha, o dia da Fundação da Escola Dominical. Esta experiência foi transcrita em outros jornais. Líderes religiosos tomaram conhecimento do movimento que se espalhava. A idéia de Raikes rapidamente se alastrou pelo país.


Em 1784, eram 200 mil alunos matriculados, crianças estavam sendo ensinadas em todo a Inglaterra. A taxa de criminalidade de Gloucester caiu, com o advento das Escolas Dominicais de Raikes, de forma que em 1792 não houve um só caso julgado pela comarca de Gloucester. No princípio os professores eram pagos, mas depois passaram a ser voluntários. Da Inglaterra a instituição foi para o País de Gales, Escócia, Irlanda e Estados Unidos.


Assim, a Escola Dominical nasceu como um instituto bíblico infantil, operando de forma independente das igrejas, alfabetizando e ensinando a Bíblia às crianças carentes. Algumas crianças, a princípio, relutaram em vir para as escolas porque as suas roupas estavam tão rotas, mas Raikes providenciou tudo de que eles precisavam, inclusive banho e cabelos penteados.


Houve, no entanto, uma forte oposição ao movimento de Raikes, que era considerado por alguns líderes religiosos como um movimento diabólico, porque era à parte das Igrejas e era dirigido por leigos, isto é, pessoas que não tinham formação religosa. O Arcebispo de Canterbury reuniu os bispos para considerar o que deveria ser feito para exterminar o movimento. Chegou-se a pedir que o Parlamento, em 1800, aprovasse um decreto para proibir o funcionamento de escolas dominicais. Achavam que este movimento levaria à desunião da Igreja e que profanava “o dia do Senhor”. Tal decreto nunca foi aprovado.


Em 1802, Raikes se aposentou, e, em 1811, após um ataque de coração, veio a falecer. Seus alunos vieram ao funeral, na Igreja (Anglicana) de Santa Maria do Filão e receberam da Sra. Raikes um xelim e uma fatia de um grande bolo de ameixa cada um. Quando Raikes faleceu, quatrocentos mil alunos estavam matriculados nas diversas escolas dominicais britânicas. Nesse ano ocorreu a divisão em classes, possibilitando alfabetização de adultos.




A ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL NO BRASIL



No Brasil a Escola Bíblica Dominical foi fundada pelos Congregacionais Robert e Sarah Kalley, iniciou-se em 19 de agosto de 1855, na cidade de Petrópolis, na casa do médico e missionário escocês de denominação Congregacional, Robert Kalley e sua esposa Sarah Poulton Kalley. Sarah Kalley havia sido grande entusiasta desse movimento na sua pátria, a Inglaterra.


A primeira escola dominical presbiteriana foi iniciada pelo Rev. Ashbel Green Simonton em maio de 1861, no Rio de Janeiro. Reunia-se nos domingos à tarde, na Rua Nova do Ouvidor. Essa escola aparentemente foi organizada de modo mais formal em maio de 1867. Um evento comum em muitas igrejas presbiterianas brasileiras nas primeiras décadas do século 20 era o “Dia do rumo à escola dominical”, quando se fazia um esforço especial para trazer um grande número de visitantes.


Muitos anos se passaram desde que os Kalley organizaram a EBD no Brasil, e inúmeras gerações foram impactadas pelo ensino das doutrinas bíblicas nas salas de aula das escolas dominicais esparramadas pelo nosso imenso território nacional. Hoje, em detrimento a pós-modernidade, o que era absoluto foi relativizado. Os que outrora pregavam sobre a importância da EBD, não o fazem mais. Para piorar a situação, os crentes optaram por fazer do domingo o seu dia de lazer deixando em segundo plano o estudo da Palavra de Deus.


Ouso afirmar que a igreja do século XXI é menos preparada e qualificada a explicar a razão da sua fé aos incrédulos do que as gerações passadas. Como já escrevi anteriormente parte da igreja brasileira, prefere shows e entretenimento gospel a dedicar tempo estudando a Bíblia numa escola dominical.


A conseqüência direta disso é a multiplicação de doutrinas espúrias, como quebra de maldições hereditárias, unções escalafobéticas como a do cachorro, da águia e outras mais, além obviamente do ressurgimento de heresias do passado.


Tenho percebido que em vários lugares deste país, as igrejas abandonaram o hábito de se reunirem aos domingos pela manhã em Escola Bíblica Dominical. Segundo os pastores que mudaram suas rotinas eclesiásticas de suas comunidades, as razões para tal se devem ao novo mundo em que vivemos que por razões obvias exige mais dos seus cidadãos, o que impossibilita ida do crente a igreja duas vezes no mesmo dia.


Bom, até entendo que o mundo é outro, e que alguns conceitos precisam ser revistos, todavia, será que o fato de negligenciarmos o ensino bíblico não aponta para uma inversão na escala de valores do cristão? Será que a pós-modernidade e os conceitos filosóficos do hedonismo não têm contribuído diretamente por um cristianismo mais light onde que importa é o desenvolvimento de uma relação com um Cristo bonachão? E o movimento gospel? Não tem ele contribuindo para a banalização da fé em Cristo?


Caro leitor, Tenho plena convicção de que a Igreja de Cristo precisa regressar a Palavra. Para tanto, torna-se indispensável que reconheçamos que não nos será possível construirmos um cristianismo relevante em nosso país sem que conheçamos as doutrinas cristãs.


Isto posto, oro na expectativa de que os pastores da igreja evangélica brasileira não negligencie a Escola Bíblica Dominical, antes pelo contrário, incentivem os membros de suas comunidades locais a dedicarem suas vidas ao estudo da Palavra de Deus, até porque, agindo assim evitaremos alguns desvios doutrinários e comportamentais.




Evolução no Currículo e nos Métodos



No começo do movimento, ensinava-se às crianças a ler e a escrever, e então a Bíblia lhes era ensinada com proveito. Essa função foi sendo abandonada, à medida que as escolas públicas se foram ocupando da alfabetização. Assim, a Bíblia tornou-se, virtualmente, o único material exposto na Escola Dominical, contando o dinheiro recolhido e quantos alunos frequentam, divididos por classes, a Escola Dominical. Entrementes, a educação religiosa tem assumido um escopo mais amplo, e escolas regulares têm-se tornado uma das funções de muitas igrejas. Isso tem feito a Escola Dominical tornar-se mais especializada.


Várias denominações têm uma literatura especial (revistas), bem como alguma forma de apresentação sistemática de estudos bíblicos. Em algumas escolas também são debatidos temas seculares sob a ótica doutrinária de cada denominação.



Espero que o conteúdo tenha sido útil, até logo!




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Métodos de Ensino - "Que método usarei?"




Métodos de ensino


"Que método usarei?"


Existem muitas formas de ensinar uma lição, assim como há muitas maneiras de entregar mercadorias aos fregueses. Por exemplo, alguém pode entregar pessoalmente a mercadoria; ou pode chamar o cliente por telefone e pedir-lhe que venha buscá-la. O método mais eficiente depende do tema, das condições dos alunos, da habilidade do professor e de outras circunstâncias.


Classificaremos os métodos de ensino da seguinte forma: 


(1) métodos que jogam a carga de trabalho sobre o professor;
(2) métodos que põem grande parte da carga sobre a classe;
(3) métodos pelos quais o professor e a classe interagem em cooperação.



I - O PROFESSOR TRABALHANDO

Nos métodos seguintes a carga do trabalho recai sobre o professor.


l. O professor faz dissertações


Neste método o professor apresenta a lição quase da mesma maneira que o pregador pronuncia seu sermão: ele fala e a classe ouve. Este método tem vantagens e desvantagens. Dá ao professor o tempo necessário para ensinar a lição toda, de modo definido e sistemático, a pessoas muito ocupadas que não têm ou não procuram tempo para estudar a lição. Este método é bem adequado quando a classe é tão grande que as perguntas e discussões impediriam uma apresentação completa da lição.


E claro que quem usa este método de dissertação deve ser orador apto e eloquente, capaz de reter a atenção e o interesse da classe; de outra maneira alguns se distrairão e outros dormirão. É método deficiente, pois não estimula o aluno a agir. Trata-se de uma classe passiva cujos alunos se limitam a ouvir.


2. O professor narra


Para os alunos das classes infantis a lição inteira consiste em histórias narradas pela professora. Narração é a forma em que as verdades espirituais podem ser assimiladas melhor pelas mentes das crianças. Nos departamentos de jovens e de adultos, este método deve ser usado quando a lição focaliza acontecimentos bíblicos, pois uma história bem narrada é um método seguro de despertar e reter a atenção.


Todo professor deve cultivar a arte de narrar histórias. Deve ser capaz de imaginar a vida nos tempos bíblicos, rever as cenas, caminhar entre as pessoas, ouvir suas conversas, compreender seus costumes, e depois descrever vividamente o que viu. Desta maneira a história bíblica chega a ser uma realidade para seus ouvintes.


Quanto aos elementos doutrinários, que dificilmente poderiam ser ensinados de forma narrativa, o professor deve esclarecer as doutrinas mediante ilustrações coerentes e histórias bem narradas. Se você perceber que está conduzindo sua classe a um deserto árido, por causa da secura de sua exposição, procure salvar-se e recuperar o interesse dos alunos mediante uma ilustração interessante relacionada à lição.



II - O ALUNO TRABALHANDO


Uma das suas tarefas fundamentais, como professor, é conseguir que o aluno pense por si mesmo. Faça que o aluno use suas faculdades, desperte-lhe a capacidade de apreciar o que vê e ouve. Por isso, o professor não deve dizer ao aluno o que este pode descobrir por si. Um dos melhores métodos para pôr em prática o princípio das atividades feitas pelos próprios alunos pode-se definir como o método da atribuição de tarefas. Terminada a lição de hoje, o professor dedica algum tempo à próxima lição. É quando ele dá algumas tarefas a cada aluno. Um vai responder a certas perguntas. Outro desenvolverá um tema.


Outro desenhará um mapa. Este método exerce um efeito psicológico salutar sobre o aluno: Faz que ele compreenda que o professor conhece seu trabalho e que se interessa por fazê-lo; além disso, dá a todos a satisfação do êxito do empreendimento. "Mas como posso conseguir que o aluno colabore e estude?" Esta é uma pergunta que surge ao considerarmos este método. Apresentamos as seguintes sugestões:


1. Ensine ao aluno como estudar


É muito provável que ele não saiba como estudar e pesquisar. Uma das lições mais úteis para o aluno é saber como estudar por si mesmo.


Não basta dizer-lhes como estudar e deixá-los — adverte o autor Suter em seu livro Creative Teaching (Ensino Criativo). — Demonstre o processo. No princípio do ano escolar valeria a pena tomar pelo menos a metade do tempo das aulas para fazer exercícios demonstrativos. Reúna os alunos ao seu redor e (liga: 'Vou fazer de conta que sou um de vocês e que vou estudar e preparar a lição.' Passe então pelo processo de estudo, passo a passo, sem omitir nada.


Use cada livro, caderno, papel ou apostila, exatamente como o aluno faria. Quando chegar o momento de ler as passagens assinaladas, leia-as em voz alta (temos aqui a única diferença entre o que você faz como demonstração e o que o aluno faz em casa). Onde se pede que se escreva, faça o exercício escrito. Em outras palavras, faça uma demonstração completa e explique, enquanto a faz, as razões por que se deve fazer cada atividade, e a melhor maneira de executá-las todas."


Um destacado escritor e professor de Escola Dominical com ampla experiência, Amos R. Wells, referindo-se a seu trabalho didático, disse que se pudesse começar tudo de novo faria o seguinte: "Pensaria menos no que estava dando aos alunos e mais no que eles estavam recebendo. Fiz quase nada a princípio, para motivar meus alunos a estudarem. Não lhes dei trabalho para fazer em casa. Todo meu ensino era por dissertação, muito embora algumas vezes tenha usado perguntas e respostas de maneira mais ou menos disfarçada. Por isso o vento levou todo o meu ensino. Se os alunos estudassem em casa, ainda que de forma inadequada, neles se despertaria uma atenção sólida que lhes permitiria reter um ensino que eu transmitisse em classe."


2. Desperte o interesse do aluno e dê-lhe um motivo para estudar


Se desejamos persuadir um aluno a fazer uma tarefa, temos que fazê-lo sentir que vale a pena, que saber bem a lição é realmente muito importante — para ele. O professor, como bom vendedor, tem que criar necessidades que seu produto satisfaça.
Em vez de dar tarefas de uma maneira geral à classe inteira, dê uma tarefa definida a cada aluno e faça-o responsável pelo trabalho.


3. Peça ao aluno que apresente a lição oralmente


Faça o possível para que seu aluno apresente o trabalho a ele designado; de outra maneira chegará a ser negligente e dirá: "Para que fazer lição de casa e estudar se o professor não exige que se apresente a lição? e nem mesmo vê?"


"Mas a aula não ficará monótona se consistir somente de dissertações da parte dos alunos?" Esta é uma pergunta que surgirá em relação a este método. É conveniente que o professor faça dissertações entre as respostas, e desenvolva a lição de maneira interessante. Se comparamos uma aula com a construção de uma casa, podemos perceber que a tarefa do professor, bem como as tarefas dos alunos, é como a edificação de uma casa, passo a passo, setor por setor. O aluno dá sua resposta, apresenta seu trabalho; o professor complementa o que o aluno fez, comentando e, se necessário, corrigindo, desenvolvendo a lição preparada pelos alunos.



III - O PROFESSOR E O ALUNO TRABALHANDO JUNTOS


l. O método de perguntas, ou interrogativo


Neste método o professor estimula os pensamentos dos alunos usando perguntas inteligentes que os façam pensar. Na realidade ele "educa" a classe tirando da mente dos alunos os fatos principais da lição. Este é um dos métodos mais interessantes porque retém a atenção dos ouvintes e os mantém ativos. Este método também ajuda o professor, tirando de seus ombros o trabalho de dissertar; sua tarefa se parece com a de um capataz que dirige a construção de um edifício.


Embora este método seja considerado um dos melhores, pela pedagogia moderna, tem seus perigos. Os alunos podem sair do assunto da lição e, quando não estudaram bem a lição em casa, as respostas podem ser superficiais. Os alunos preguiçosos podem converter a aula em conversação inútil. Também existe o perigo de empregar-se demasiado tempo na discussão de alguns detalhes menores, ou de alguma questão que não pertence à lição, e assim distanciar-se do tema. Entra em cena a habilidade do professor, que deve estar atento para que as perguntas sejam pertinentes e bem formuladas. O professor provoca o diálogo através de perguntas inteligentes, evitando que haja desvios do tema da lição.


2. O método de perguntas e dissertações


Este método é uma combinação dos métodos de apresentação de pequenos tópicos e o de perguntas. O professor assinala as tarefas definidas a cada aluno, e desenvolve a aula mediante uma discussão em que pede a cada aluno a tarefa de casa. Desde que a aula não seja muito extensa, e que os alunos tenham sido estimulados a estudar, este é o método mais eficaz. Para adultos, o método de perguntas é o mais interessante.



FONTE: Myer Pearlman - Ensinando com Êxito na Escola Dominical, Ed. Vida


Métodos de Ensino - Método de Perguntas e Respostas



Métodos de Ensino - Método de Perguntas e Respostas.



Olá professores, tudo bem? Neste artigo de hoje vamos falar um pouco sobre MÉTODOS de ensino.  Acredito que você como professor da EBD, provavelmente já tenha ouvido falar sobre alguns métodos de ensino. Os principais e mais utilizados métodos de ensino são: o método do discurso, o método da narração, o método de dinâmica em grupos e o método de perguntas e respostas. E em especial vamos falar neste artigo sobre o método de perguntas e respostas.


Mas, antes de discorrermos sobre o tema proposto é importante deixar bem claro que, não existe nenhum método que terá eficiência e eficacia, se não for aplicado da forma correta e em conjunto com outros métodos, eles devem ser combinados entre si para trazer resultados melhores, por isso, é necessário que o professor saiba exercer a sua criatividade para combina-los entre si e não deixar que a aula fique repetitiva e monótona.


Hoje especificamente falaremos sobre a arte de ensinar utilizando-se do método de perguntas e respostas.



O que é o método de perguntas e respostas? 



É um dos métodos mais eficientes, se aplicado da forma correta, pois ele é capaz de levar o aluno a pensar por si só e refletir na lição estudada com mais profundidade.Todo professor precisa se desenvolver na arte de fazer perguntas para poder ter bom êxito em sala de aula.


No livro MANUAL DO PROFESSOR EFICAZ de Donald Griggs, o autor escolheu uma maneira muito pratica e funcional para classificar perguntas. Quase todas as perguntas podem ser classificadas em uma destas três categorias: Perguntas Pessoais; Perguntas Analíticas e Perguntas Informativas.


Perguntas Pessoais:


Não estamos falando de intimidade ou de invadir a privacidade pessoal. Antes, estamos nos referindo a perguntas relacionadas com a experiência vivencial da pessoa, perguntas com as quais o aluno pode
identificar-se pessoalmente. A intenção do ensino é guiar os alunos nas suas escolhas pessoais e na
formação de valores. Perguntas neste nível são um meio eficaz de engajar os alunos no processo de
pensar, refletir, expressar e agir sobre os interesses com os quais se relacionam pessoalmente.

Alguns exemplos:
“Se você tivesse sido Moisés, que teria feito quando ...? ”
“Mencione algumas ocasiões em que você teve de fazer algo que lhe era muito difícil



Perguntas Analíticas:

As perguntas analíticas requerem que os alunos pensem para poder responder, mas não requerem
respostas certas. Elas são mais abertas, com o potencial de terem muitas e diferentes respostas. A
mesma pergunta analítica pode ser feita a cada aluno, e cada um poderia ter uma resposta diferente.
As perguntas analíticas indagam: “Que você pensa a respeito d e . e sugerem que o professor quer
saber realmente o que o aluno pensa e, quando ele expressa o que pensa, seus pensamentos serão aceitos.

Alguns exemplos:
“Quaisforam alguns motivos que fizeram Moisés relutar contra a idéia de regressar
ao Egito ? ” “O que você acha que Moisés quis dizer com ...? ”



Perguntas Informativas:

Perguntas informativas requerem que os alunos lembrem algo para dar a resposta. Como resultado
da leitura, de ouvir, ou de receber informação por outro meio, os professores esperam que os alunos
lembrem alguns fatos para responder às perguntas.
Elas são mais fechadas, pois tendem a requerer uma resposta certa. Quando os alunos enfrentam só este tipo de pergunta, sentem que estão fazendo uma prova. É quase impossível ter uma discussão com este tipo de pergunta.

Por exemplo:
“Onde morou Moisés quando era criança ? ’
“Para que país Moisés fugiu depois de matar o egípcio ? ”



Muitas vezes, os professores fazem perguntas sem as ter preparado com antecedência. As perguntas informativas são as mais fáceis de se formular, porém, permitem apenas a verificação de respostas certas ou erradas; não são muito produtivas, a não ser que usadas em conjunto com perguntas
analíticas e pessoais. O uso de perguntas é um dos principais meios para motivar os alunos a pensar e se expressar, assim eles podem envolver-se mais no processo de seu próprio aprendizado. Os professores devem planejar cuidadosamente algumas perguntas-chaves, analíticas e pessoais,
que podem ser usadas no período de aula, para continuar as pesquisas sobre a informação apresentada. O equilíbrio certo entre os três tipos de perguntas guiará os alunos e professores
a conseguir maior interação e melhor aprendizado.



ALGUMAS DIRETRIZES SOBRE COMO FAZER PERGUNTAS 



Em seu livro MANUAL DO PROFESSOR EFICAZ, Donald Griggs ainda da algumas dicas sobre como fazer perguntas da forma correta:


1. Faça perguntas mais abertas do que fechadas 


As perguntas fechadas são aquelas que têm só uma alternativa de resposta ou implicam um “sim” ou
um “não” . Estas são perguntas que fazem teste do que foi decorado e não do que foi aprendido sobre a matéria. Quando for tentado a fazer este tipo de pergunta, faça uma declaração e, em seguida, faça
perguntas abertas, analíticas, de sondagem.


2. Faça só uma pergunta de cada vez 


Mais de uma pergunta confunde o aluno. Professores que fazem várias perguntas de uma só vez,
geralmente, não pensaram bastante ou não se prepararam adequadamente e estão “pescando” .


3. Apresente as perguntas à classe toda


Ao invés de “matar” um aluno, dirigindo-lhe uma pergunta, faça-a para a classe inteira. Observando a
prontidão de um aluno, é possível reconhecer que ele quer responder. Um aluno pode ser chamado a
responder sem que o professor diga uma palavra, apenas através de um olhar, de um sinal com a
mão, ou inclinando a cabeça.


4. Proporcione retorno (feedback) à resposta do aluno


O professor pode apoiar os alunos e facilitar maior discussão, proporcionando retorno (feedback)
verbal e não verbal para que saibam que ele ouviu e recebeu a resposta.


5. Após a pergunta e a resposta, prossiga com perguntas mais profundas


Perguntas mais profundas devem seguir as primeiras, pois incentivam maiores pesquisas e exploração
sobre a matéria, e proporcionam um certo grau de reforço.


6. Após fazer uma pergunta, aguarde em silêncio


O melhor passo a dar após fazer uma pergunta, é manter silêncio. Se a pergunta foi feita e se os
alunos têm dados suficientes para respondê-la, então precisam de tempo para pensar. Dez segundos
não é muito tempo. Contudo, dez segundos de silêncio parecem uma eternidade para um professor
que está um pouco ansioso. Deixe por conta dos alunos o peso do silêncio. Cale-se e fique calmo;
provavelmente, alguém responderá.


7. Use o estilo de interrogação e não de interrogatório


Ao usar o estilo de interrogação, o professor diz ao aluno: “Estou com você; estou interessado no que
você pensa e diz.” O estilo de interrogatório faz com que as pessoas fiquem na defensiva, o que
inibe sua habilidade de pensar e de se expressar criativamente.


8. Anime os alunos a perguntarem também


O professor não é o dono das perguntas; os alunos também podem usá-las eficazmente.


9. Evite repetir a resposta do aluno


Só há dois motivos para repetir a resposta do aluno: para reforçar a resposta ou para dizê-la de modo
que todos possam ouvi-la.


10. Aceite as respostas dos alunos como se fossem presentes


Quando um aluno arrisca uma resposta está arriscando algo de si mesmo. Todo aluno espera que suas respostas sejam aceitas. Nem sempre estamos inteiramente satisfeitos com todos os presentes que recebemos; porém, geralmente, somos corteses ao receber mesmo aqueles que não nos agradam muito.



FONTE: MANUAL DO PROFESSOR EFICAZ - Donald Griggs


Espero que este artigo tenha sido útil, em breve estarei falando sobre outros métodos e suas aplicações em sala de aula.



VEJA TAMBÉM:















Como dar aula na escola bíblica dominical - 4 Dicas de como Otimizar o Ensino na EBD



Como dar aula na Escola Bíblica -

4 Dicas de como Melhorar o Ensino na EBD



Quando se dá uma aula na escola bíblica dominical, o que se pretende é que nosso aluno cresça em todos os sentidos, como está escrito na bíblia "Antes crescei na graça e conhecimento de nosso Senhor e Salvador, Jesus Cristo." 2 Pedro 3:18.


Outro objetivo importantíssimo que queremos alcançar e que o aluno seja apto para pregar, para ensinar e para defender a fé.


Por tudo isso sugerimos que os irmãos professores e futuros professores da ebd, leiam, reflitam e o mais importante coloquem em prática as dicas a seguir:



1. Jamais faça uma aula de improviso



Muitos professores algumas vezes negligenciam a didática do ensino, acreditando que qualquer aula está muito boa, e que basta passar o conteúdo e pronto o trabalho está feito. Mas, isso é uma ilusão, pois na verdade a nossa aula precisa ser a melhor possível, porque estamos ensinando para os alunos é a palavra de Deus e não uma coisa qualquer, assim, precisamos nos esforçar e buscar cada vez mais conhecimento e metodologias de ensino para poder transmitir bem o conteúdo aos alunos, para que o processo de ensino e aprendizagem seja mais dinâmico e eficiente possível.



2. É preciso se fazer uma aula com profundidade e conteúdo. 



É necessário pesquisar em livros, revistas da escola dominical, enciclopédias, dicionários, dicionários bíblicos e manuais bíblicos de boa qualidade.


Tenha sempre em mãos na hora de estudar, pelo menos tres ou quatro versões de Bíblias, e ainda um bom comentário bíblico, pois, ele será de grande ajuda.








3. Planejamento



Sempre se planeje antes as suas aulas, planejamento é fundamental:

Ore, peça a Deus entendimento, pois Ele dá;
pesquise;
estude bem o tema;
converse com alguém e tire suas dúvidas.


Isso vai valorizar intensamente a sua aula e o aluno vai perceber que voce se preparou, e, ele também percebe quando o professor não se prepara, então, "jamais subestime a inteligencia de seu aluno"


O aluno percebe quando o professor está inseguro, ou quando está despreparado, e quando isso acontece, o aluno fica desestimulado a aprender, e é por isso que muitas vezes alguns alunos deixam de freqüentar a Escola bíblica.



4. Interação



Fale de uma forma mais clara possível, em uma linguagem que o seu aluno consiga entender. Conheça seus alunos e procure criar empatia com eles.


Sempre que possível se reúna com os demais professores da sua igreja para compartilharem ideias sobre como melhorar a escola e o ensino.


(Saiba mais sobre formação de professores)



Espero que este conteúdo tenha ajudado, caso tenha alguma pergunta ou sugestão, deixe nos comentários não se esqueça de se inscrever no canal, para não perder os próximos conteúdos!


Fiquem na paz do Senhor!

Até logo!







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Conheça o Curso de Formação de Professores e Lideres da EBD (Saiba mais)

Para quem é indicado?


Curso de formação de professores e lideres da EBD é indicado para professor de Escola Bíblica, líderes e diretoria da EBD, obreiros, evangelistas, pastores e todo aquele que desejar obter conhecimentos sobre o bom funcionamento da Escola Bíblica.


Leve a sua EBD para um próximo nível! 




Como dar aula na escola bíblica dominical - 4 perguntas que todo professor deve responder


Para quem quer melhorar o ensino na EBD
























Como dar aula na escola bíblica dominical - 4 perguntas que todo professor deve responder 



Todo professor de Escola Bíblica Dominical, tem o desejo de ensinar com o máximo e eficacia possível, seja um professor da classe de jovens, de crianças ou de adultos, o nosso desejo e sempre de ensinar da melhor maneira possível, e para que haja uma assimilação melhor do conteúdo ensinado, é necessário que o professor tenha muita dedicação para ensinar.


O professor é quem tem a tarefa de descomplicar assuntos complicados, ou seja, um professor eficaz é aquele que facilita para o aluno poder aprender a lição da maneira mais pratica possível, para isso é necessário manter uma vida de oração e disciplina nos estudos, é preciso também que o professor conheça a sua classe e suas necessidades de aprendizado, isto é, temos que saber o porque ensinar?, o que ensinar?, a quem ensinar? e como ensinar?.



O Trabalho do Professor da ESCOLA DOMINICAL



Se você atendeu ao chamado de ensinar em uma classe de Escola Dominical, na verdade você aceitou um grande trabalho, porque este chamado traz consigo o privilégio e a responsabilidade de cooperar com Deus na formação do caráter cristão, e no compartilhamento do conhecimento espiritual. De modo real essa pessoa foi chamada ao ministério. Reconhecendo a importância e a dignidade de seu chamamento, você deve propor-se, com a ajuda de Deus, a conseguir maior e melhor rendimento possível em seu trabalho, fazendo dele uma verdadeira vocação.


Em primeiro lugar, você deve procurar o que não se adquire por mero estudo: os dons espirituais especialmente apropriados ao professor (1 Coríntios 12:7-10, 28). A partir daí, lembrando-se de que Deus sempre opera em colaboração com nossa inteligência, você, como professor, começa seu próprio treinamento, fazendo a si mesmo as seguintes perguntas: o porque ensinar?, o que ensinar?, a quem ensinar? e como ensinar?. Obtive a resposta para estas questões quando li o livro Ensinando com êxito na escola dominical - Myer pearlman, editora vida.



1. Por que ensino? Qual é meu propósito e que objetivo quero alcançar?


Você, professor, precisa ter percepção clara e bem definida do propósito de seu ensino. Só assim poderá ter êxito em seu trabalho. Se não houver um propósito firme e uma preparação prévia, se tudo for deixado ao acaso, assim também serão os resultados de seu ensino. Depois de considerar bem o assunto, o verdadeiro professor espiritual chega à conclusão de que seu trabalho principal e o fim primordial de seu esforço, serão a aplicação das verdades bíblicas para guiar seus alunos a um conhecimento experimental de Cristo; que cada lição seja um instrumento para o crescimento do caráter cristão. Em resumo, seu objetivo principal tem largo âmbito moral e espiritual.


2. A  quem ensinarei? Que tipo de alunos receberá meu ensino?


Seu talento e suas condições pessoais, como professor, revelarão se lhe convém mais ensinar aos adultos, aos jovens, aos adolescentes, aos intermediários, aos primários ou às criancinhas.



3. Que ensinarei? Que conhecimento do assunto possuo?


O objetivo principal de seu ensino será, é claro, a Bíblia; por isso deve fazer o máximo que puder para dominar as histórias, as doutrinas, a geografia e os costumes mencionados na Bíblia. "Tu, pois, que ensinas a outro, não te ensinas a ti mesmo?" (Romanos 2:21).

O professor não pode compartilhar o que não sabe, não pode explicar o que não compreende, nem pode falar com autoridade se não tiver um conhecimento completo da matéria que ensinará. Se você tem intenção de entregar-se à dura tarefa de ensinar, estude "sem cessar", leia diligentemente acerca de tudo o que a Bíblia ensina em diversos níveis, e faça um estudo sistemático da Palavra de Deus. Certamente este programa significa trabalho duro, mas não se alcança um ensino eficaz e eficiente sem esforço. O verdadeiro professor tem que alcançar os frutos de seu ensino com o suor de seu rosto. No entanto, todo esforço árduo é rico em recompensas.


4. Como ensinarei?


Responder a esta pergunta é de grande importância. Não importa quanto conhecimento o professor possua, falhará se não possuir também a arte de ensinar, isto é, se não souber transmitir esses conhecimentos a seus alunos. E esta pergunta nos leva ao tema do livro: A arte de ensinar lições bíblicas na Escola Dominical.

Será que alguém pode, na verdade, aprender a ensinar? Podemos imaginar você, leitor, dizendo: "Eu pensei que ensinar fosse um dom que algumas pessoas têm por natureza!" É verdade que certos indivíduos possuem capacidade especial para ensinar, mas é também acertado dizer-se que esta arte pode ser adquirida.

Algumas pessoas parecem "gênios"; mas na maioria dos casos, o gênio é o resultado de dois por cento de inspiração e noventa e oito por cento de transpiração, como disse Thomas Édison.

O ensino é uma arte que pode ser adquirida porque é governada por leis definidas. Estude e domine estas leis, aplique-as com paciência, e você descobrirá que está ensinando bem. O bom êxito depende de "saber como fazê-lo".




Fonte: livro: Ensinando com Êxito na Escola Dominical - Myer Pearlman



Descrição do livro Ensinando com Êxito na Escola Dominical - Myer Pearlman: 



O propósito deste livro é expor os princípios mais importantes que regem o ensino — especialmente o ensino na Escola Dominical.

Tanto o professor iniciante como o veterano encontrarão nesta obra material abundante e apropriado, que os capacitarão a desempenhar com mais eficiência a importantíssima tarefa de ensinar.

O autor focaliza o tema de forma geral, adaptando-o, o máximo possível, a todos os professores dos diferentes departamentos da Escola Dominical.

Que Deus abençoe o seu trabalho, professor, na formação do caráter de crianças e adolescentes, e na renovação espiritual dos adultos, que devem crescer em Cristo.








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Para quem é indicado?

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    Curso Livre de Formação em Teologia




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    Objetivo do Curso



    Curso Livre Formação em Teologia lhe levará a: assumir um novo papel de liderança com impacto imediato; Te preparar para o Evangelismo; Entender, Interpretar e Compreender a Bíblia com mais profundidade; Ter mais conhecimento bíblico e teológico para ministrar a Palavra de Deus. Ser um verdadeiro líder em sua área de atuação.



    Público Alvo



    Curso Livre de Formação em Teologia é altamente indicado para Líderes, Pastores, Missionários, Diáconos, Professores de Escolas Dominical, Obreiros e Membros. Estudantes e Profissionais de Psicanálise, Psicologia, Antropologia, Direito, História, Filosofia; ou seja, todos os que pretendem liderar, ministrar em convenções e conselhos de pastores, seminários teológicos, institutos teológicos, fazer missões, lecionar, escrever livros, apostilas, revistas da escola dominical, ministrar estudos bíblicos, seminários, conferências, palestras; e se habilitar no conhecimento, Teológico, Linguístico, Filosófico, Bíblico, Ministerial e Exegético. Por se tratar de um curso de Caráter Ministerial, o Curso Livre de Formação em Teologia não exige nenhum pré-requisito para se matricular.




    Disciplinas (Grade Teológica) 

    59 matérias:



    1. Administração Eclesiástica
    2. Angelologia
    3. Antropologia
    4. Atos dos Apóstolos
    5. Batalha Espiritual
    6. Bibliologia
    7. Cristologia
    8. Cura Interior
    9. Didática
    10. Discipulado
    11. Doutrinas Bíblicas
    12. Eclesiologia
    13. Epístolas Paulinas
    14. Escatologia
    15. Doutrina do Batismo
    16. Ética Cristã
    17. Ética Pastoral
    18. Exegese Bíblica
    19. Filosofia da Religião
    20. Fundamentalismo
    21. Geografia Bíblica
    22. Grego
    23. Hebraico
    24. Doutrina de Deus
    25. Hamartiologia
    26. Teologia do ecumenismo
    27. Teologia sobre louvor e adoração
    28. Hermenêutica
    29. História da Igreja
    30. História e Cultura Judaica
    31. História do Cristianismo
    32. História da Filosofia
    33. Homilética
    34. Livro de Apocalipse
    35. Livros Históricos
    36. Livros Poéticos
    37. Liderança Cristã
    38. Epístolas Gerais
    39. Os Evangelhos
    40. Panorama Bíblico
    41. Pneumatologia
    42. Soteriologia
    43. Técnicas de Comunicação
    44. Apologética do Novo Testamento
    45. Apologética do Velho Testamento
    46. Teologia Sistemática
    47. Tipologia
    48. Trindade
    49. Paracletologia
    50. Seitas e Heresias
    51. Missiologia
    52. Neopaganismo sob uma ótica cristã
    53. Temas Atuais na Teologia
    54. Metodologia do trabalho científico
    55. Evangelismo
    56. Métodos de estudos bíblicos
    57. Teologia da espiritualidade
    58. Estudo sobre o inferno
    59. Estudo sobre a inquisição








    Obs: Não disponibilizamos material impresso, devido o grande volume de informações e matérias que compõe o nosso curso, de forma que para tal, teriamos que cobrar dos alunos um valor infinitamente superior ao que praticamos.



    Avaliação



    A avaliação se dará mediante uma única Prova (enviada juntamente como material didático) que será realizada via e-mail com questões correspondentes a todas as matérias estudadas pelo aluno, por meio da qual será avaliado o conhecimento adquirido durante o curso Caso não seja aprovado, o aluno poderá refazer a prova após 1 mês. Terás o tempo que precisar para realizar a prova via e-mail e enviar com suas respostas.


    Nota para a aprovação: Exige-se nota mínima sete (7.0) para a aprovação.


    Acesso Exclusivo


    Terás acesso a TODO conteúdo do Curso pelo login do aluno juntamente com Ferramentas Extras de Ensino + Suporte + Fórum e Grupo de Estudo + Bônus.


    Acesso exclusivo ao portal do aluno online 24 Horas por dia, 365 por ano! Você poderá estudar todo o material do curso quantas vezes quiser sem pagar nenhum centavo a mais!



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    Como dar aula na escola bíblica dominical - Como Controlar o Medo De Falar em Público




    Como dar aula na escola bíblica dominical - Como Controlar o Medo De Falar em Público



    O MEDO DE FALAR EM PÚBLICO


    Pesquisas mostram que, nos EUA, o medo de se falar em público é maior do que o medo de morrer. Este medo ( caracterizado pelo famoso "frio na barriga" ), é um dos maiores inimigos do professor da EBD e pregadores.


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    QUAIS AS CAUSAS DO MEDO DE SE FALAR EM PÚBLICO?



    1. Traumas infantis - é uma das causas mais comuns entre os professores. Geralmente, este trauma surge de "apresentações improvisadas" dentro das salas de aula de ensino infantil. Lembra-se daquela professora que lhe obrigou a recitar um texto na frente da sala naquele dia traumático ( e que você tremeu mais que vara verde! )? Pois é, profissionais assim são responsáveis pela maioria dos casos de traumas de se falar em público.

    2. Desconhecimento da matéria - o total, ou parcial, despreparo na matéria da qual falamos nos gera insegurança: temos medo de que alguém faça uma pergunta acerca de um tópico do qual não estudamos bem.

    2. Insegurança - o medo de se expressar e não Ter o resultado desejado pode estar "minando" o seu potencial criativo.

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    COMO CONTROLAR O MEDO?



    Certo orador famoso falou que "nenhum curso ensina como perder o medo de se falar em público. O que pode ser aprendido é como dominar o nosso medo". O que passaremos agora são recomendações úteis para se controlar o medo.


    1. Controle seu nervosismo - não alimente a chama do seu nervosismo. Roer unhas, colocar as mãos no bolso, mexer os dedos, etc. - são atos que alimentam o nosso nervosismo. Evite-os.

    2. Quando o medo aparecer encare-o normalmente - quando os sintomas do medo aparecer em você (suor, empalidecimento, tremores, etc.) encare-os como algo comum.
    Todos os grandes oradores que você admira passam pelas mesmas situações que você; só que com uma diferença: eles aprenderam a controlar o medo.

    3. Tenha uma atitude correta - os psicólogos falam que o "corpo fala"; geralmente esta linguagem é estampada em nossos corpos através de gestos. Normalmente os nossos gestos são inconscientes e as pessoas observam isto. Nossos gestos mostram o que se passa em nosso íntimo. Portanto, quando for dar uma aula, ou preleção, apresente-se de uma maneira que passe segurança a quem lhe ver.
    Tenha passos firmes e tranqüilos. Isto passará para o auditório uma imagem positiva ao seu respeito.

    4. Saiba o que falar - faça um propósito de sempre falar do que você tem certeza ou domina bem. Como vimos anteriormente, o desconhecimento da matéria é uma das causas do medo. Portanto, negue-se a falar o que você não sabe.

    5. Não adquira "vícios de orador" - Mãos no bolso, segurar canetas, segurar revistas, segurar livros, etc. Estes são algum “alivia-medo" mais comuns nos meios pedagógicos. Estes "vícios" em nada ajudam em controlar o nervosismo. Por isso, evite-os; pois poderá cansar o auditório.
    Cuidado com os vícios de linguagem ( né, ta, viu, etc.)

    6. Chame a sua voz com a respiração – Antes de falar é ideal fazer um relaxamento dos ombros, cabeça e pescoço.
    Para passar do silêncio para o som, as cordas vocais estarão se aproximando para realizarem uma vibração, por isso, comece a falar com cuidado, suavemente, para não depender demasiada força.
    O nervosismo deixa a voz enroscada na garganta e cada frase é pronunciada com dificuldade, aumentando assim a intranqüilidade de quem fala. Tossir, pigarrear, além de ser desagradável aos ouvidos de quem ouve não resolve o problema, pelo contrário, pode agrava-lo. Se ocorrer um desequilíbrio na voz, durante a aula, chame a sua voz respirando profundamente e ficando tranqüilo.

    7. Pratique - O medo de se falar em público só é controlado quando praticamos. Com o tempo você fará tudo automaticamente. Não se preocupe se hoje você não fez "grandes coisas". Amanhã pode ser o seu dia. Lembre-se: todos aqueles que você admira falar, já passaram pelo que você passa.

    8. Lembre-se - Quando se postar diante de uma platéia lembre-se destas técnicas e de que você não deve nada a ninguém. A melhor recompensa que um orador pode receber é a atenção que os ouvintes podem lhe dar.

    9. Observar as pessoas - a fim de definir o assunto de interesse delas.

    10. Desperte o interesse - Sempre despertar o interesse e a curiosidade do publico a fim de fugir da oratória maçante.
    Observe o comportamento do auditório, pois este serve de base para avaliação do desenvolvimento e recepção do sermão.
    O olhar, os braços, a expressão facial, a postura do ouvinte são elementos que nos falam e transmitem mensagens em códigos que quando bem captadas lhe dá uma visão geral de seu desempenho e do andamento da pregação. Assim poderá se adequar ao momento e até mesmo dar um outro rumo em sua pronunciação.
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    O CINCO "NÃOS" DE UM BOM PROFESSOR/PREGADOR



    1. Não peça desculpas ao auditório - geralmente estas desculpas são duas: problemas de saúde e desconhecimento da matéria. Se você fizer isto passará uma mensagem negativa para a platéia que não o ouvirá com "bons ouvidos".

    2. Não conte piadas - contar piadas fora do contexto da palestra é prejudicial. Poderá causar risos, mas, e depois? Nunca use a piada para "dar graça" a sua matéria.

    3. Não comece sua aula com palavras vazias que demonstram falta de objetividade - palavras como: bem, bom, aí e então, não possuem nenhum significado e ficam soltas, dificultando a conquista do auditório. Evite usar a palavra não, talvez, pode ser, não tenho certeza.
    Use as palavras corretas para convencer e nunca dar margens para indecisão.

    4. Não firme posição em assuntos polêmicos - o bom professor deve ser imparcial. Ao tomar posição em um assunto polêmico (divórcio, drogas, aborto, etc.) o professor corre o risco de perder a simpatia de boa parte da sala. O professor deve levar a cada aluno a tirar suas próprias conclusões.

    5. Não usar chavões ou frases vulgares - Chavões do tipo "oh! Glória!”, "tá amarrado!", etc. Colocam a sua pessoa como um simples imitador. Todo bom professor tem o seu próprio estilo.