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Cronicas e ilustrações: A luta da Borboleta

O Desafio da Borboleta - O Beneficio das Provações!







Esta Ilustração nos faz pensar acerca do beneficio das provações!


Um homem ao ver a metamorfose da lagarta, quando a borboleta se esforçava para sair do casulo por um apertado orifício, tentou ajudar. Pegou uma pequena tesoura e abriu o buraco, libertando a futura borboleta. Contudo, notou que suas asas estavam atrofiadas e seu corpo todo murcho.


O homem continuou a observar a borboleta porque ele esperava  que, a qualquer momento, as asas dela se abrissem e esticassem para  serem  capazes de suportar o corpo que iria se afirmar a tempo. Ele esperou, esperou, mas a borboleta continuou se rastejando sem conseguir voar.


Nada aconteceu! Na verdade, a borboleta passou o resto da  sua vida rastejando com um corpo murcho e asas encolhidas. Ela nunca foi capaz de voar.


O que o homem, em sua gentileza e vontade de ajudar não compreendia, era que, o casulo apertado fazia com que a borboleta se esforça se para passar através da pequena abertura, este era o modo com que a natureza fazia para que o fluido do corpo da borboleta fosse para as suas asas, de modo que ela estaria  pronta para voar uma vez que estivesse livre do casulo.


O esforço que ela faria para sair do casulo, passando por aquele minúsculo buraco, seria o meio pelo qual seu organismo liberaria as energias necessárias às suas asas e ao próprio corpo, para que, ao sair, pudesse voar. Ela precisava passar por aquele minúsculo caminho para que a transformação de lagarta em borboleta, e a conseqüente libertação do casulo, pudesse acontecer.


Algumas vezes, o esforço é justamente o que precisamos em nossa vida. Se passássemos esta nossa vida sem quaisquer obstáculos, nós não iríamos ser tão  fortes como poderíamos ter sido.


Com a interferência do homem, todo esse processo foi inviabilizado, e a borboleta ficou aleijada para sempre, sem jamais poder voar. Quanto a isso a Bíblia afirma que:


" Não veio sobre vós tentação, senão humana; mas fiel é Deus, que vos não deixará tentar acima do que podeis; antes, com a tentação dará também o escape, para que a possais suportar. " (1 Co 10.13). 


FONTE: Livro Ilustrações para Enriquecer Suas Mensagens - Antônio Pereira de Mesquita, 2005, p.6,7. Editora CPAD.


5 ILUSTRAÇÕES SOBRE A EXISTÊNCIA DE DEUS


5 ILUSTRAÇÕES SOBRE A EXISTÊNCIA DE DEUS



1 - APAGUEM AS ESTRELAS!


E impossível não reconhecer a marca de Deus impressa em tudo aquilo que ele criou. E é impossível também apagar essa marca. Isto ficou provado durante um interessante episódio em 1789, em plena Revolução Francesa. Durante a revolução, pilhas de Bíblias foram queimadas, igrejas fechadas e muitos cristãos lançados em úmidos cárceres, na tentativa de que a ideia da existência de Deus fosse apagada no espírito do povo.

Em uma aldeia francesa, um dos responsáveis pela perseguição religiosa disse a um camponês que:
A igreja da aldeia e tudo o que fizesse lembrar Deus seriam destruídos — Assim conseguiremos apagar os meios que levam o povo a crer na existência de Deus.

E o camponês prontamente respondeu:
— Então o senhor terá que mandar apagar também as estrelas.
Os céus declaram a glória de Deus e o firmamento anuncia a obra das suas mãos. (Salmos 19:1). 
Só tu és Senhor; tu fizeste o céu, o céu dos céus, e todo o seu exército, a terra e tudo quanto nela há, os mares e tudo quanto neles há, e tu os guardas com vida a todos; e o exército dos céus te adora. (Neemias 9:6)



2 - EU VI SEU RASTRO NA AREIA E NO CÉU


Certa vez um homem que se dizia ateu, durante uma viagem ao Oriente, viu pela manhã o árabe que conduzia a caravana ocupado em suas orações. Intencionando embaraçar o árabe, o ateu aproximou-se e perguntou-lhe em tom de zombaria:
— Como sabes tu que Deus existe?

O condutor de caravanas respondeu, sem alterar o tom da voz:
— Quando observo a areia do deserto, posso facilmente saber pelas pegadas se passou um homem ou um animal. Igualmente, quando observo o mundo, a natureza ao meu redor e o Céu, posso afirmar que por eles passou a mão de Deus. Sim. Os Céus, a Terra e a vida que há em nós proclamam a glória e a existência de Deus.

Contemplando a vastidão dos mares, a imensidão dos céus e a admirável harmonia reinante no Universo, o homem sabe que não é o criador de tanta grandeza, e conscientiza-se de sua pequenez e da insignificância de suas forças.



3 - O SOL É UM DOS SEUS EMBAIXADORES


— Onde esta o seu Deus? Você pode mostra-lo? — perguntou certa vez o terrível imperador romano Trajano, ao rabino Josué.

— Meu Deus não pode ser visto, Excelência — respondeu-lhe o rabino. — Nenhum olho humano suportaria o fulgor de sua glória. Posso, porém, mostrar à Vossa Majestade um de seus embaixadores.

— Onde? Onde posso vê-lo?

— Aí fora, em vossos jardins, Majestade.

O imperador dirigiu-se para fora do seu palácio seguido pelo rabino. O sol brilhava esplendorosamente no céu, na força total do meio-dia.

— Levantai os olhos para o céu e vede, Majestade. Eis aí um dos embaixadores do meu Deus.

— Ora, mas não posso fitá-lo. Sua luz me deixaria cego!

— Senhor, não podeis olhar face a face uma das criações de Deus, e pretendeis ver o próprio Criador?



4 - O ASTRÔNOMO E SEU AMIGO


Conta-se que o grande astrônomo Kirchner no seu tempo de estudante tinha um amigo que dizia não acreditar na existência de Deus. Ora, Kirchner sabia o quanto o seu amigo costumava apelar para a lógica dos fatos. Ambos moravam juntos.

Aproveitando-se da prolongada ausência do companheiro de estudos, Kirchner fabricou um globo representando a Terra e o colocou em cima da mesa. Ao retornar, o amigo do astrônomo perguntou:
— Quem fez este globo?

__Ninguém — respondeu Kirchner. — Havia pedaços de madei¬ra esquadros, papel, uma esfera, cola e pregos sobre a mesa. Eu estava distraído, procurando um livro na estante, quando de repente vi que no lugar onde estava aquele material apareceu este globo.

__Ah! ah! ah! ah! — gargalhou o rapaz. — Deixe de brincadeira e diga logo quem foi que fabricou isto, ou você acha que eu vou acreditar que o globo criou-se a si mesmo?

— Pois é, você está rindo diante da explicação que eu estou lhe dando, mas eu lhe digo que é mil vezes mais fácil aceitar que esse pequeno globo tenha se criado por vontade própria, do que acreditar que a Terra e todo o Universo criaram-se a si mesmos e são obra do acaso. Vamos, por que você não ri também disto?



5 - CÍCERO E O HOMEM DA CAVERNA


O testemunho da Criação é por demais eloqüente, claro e visível a todos; homem algum poderá ficar indiferente a esta voz, a este grandioso espetáculo produzido pelas mãos do Criador. Por mais destituído de cultura ou por mais materialista que seja o ambiente onde o ser humano vive, as provas da existência de Deus, essas vozes que proclamam a majestade e a glória do Criador, estarão sempre ressoando dentro do seu espírito, lá no interior de sua consciência, e fora dela, em seus ouvidos e diante dos seus olhos.

O conhecido orador romano Marco Túlio Cícero (106-43 a.C), para demonstrar ser quase impossível admitir que haja pessoas descrentes na existência de Deus, fez uso da seguinte ilustração:
Suponhamos haja um homem que sempre tenha vivido afastado da convivência social, preso em um lugar subterrâneo, de modo que nunca tenha podido ver nada; suponhamos que um dia esse homem saia de sua morada subterrânea, olhe a paisagem que se estende ao seu redor, e veja o céu pontilhado de estrelas que brilham maravilhosamente, numa noite tranqüila de verão, enquanto a Lua difunde a sua luz suave.

Suponhamos que alguém explique a esse homem que o número de astros contemplados pelos seus olhos nada representa diante do infinito número que seus olhos não conseguem contemplar. Horas depois, o sol ergue-se no horizonte, inundando de luz o firmamento...

Pois bem, dizei-me: diante do espetáculo do Céu estrelado e da harmonia que reina entre os astros; ao contemplar o esplendor da luz e do Sol e as maravilhas da natureza, que pensamento nasceria na mente desse homem? Que pergunta brotaria dos seus lábios? Tomado de espanto, esse homem não faria senão exclamar: "O maravilha, ó grandeza! E quem fez este Céu? Quem lhe pôs estes astros, e lhes regulou os movimentos? Quem criou este Sol e o pôs lá em cima?" E restaria a nós responder-lhe tão-somente: "Quem fez tudo isto não foi certamente um homem; não foram muito menos todos os homens juntos, mas sim Deus!

Só Deus poderia criar essas maravilhas de poder e sabedoria."



A CONCLUSÃO PARA ESTAS PARÁBOLAS É QUE, DE NENHUMA MANEIRA, DEUS PODERÁ SER APAGADO DA MENTE HUMANA.


Diante do que foi exposto até agora, é necessário, porém, que isto fique bem claro: a crença coletiva demonstrada por todos os povos quanto à existência de um Deus soberano, e o testemunho de sua existência proclamado em suas obras não se constituem numa completa revelação de Deus ao homem.

Apesar de ver as "pegadas do Criador" impressas na Criação, não são essas maravilhas da natureza que conduzem o ser humano aos pés do verdadeiro Deus; não são elas que o levam a aceitar e a se incluir no plano traçado pelo Criador para salvar suas criaturas. Por isso, além de ter-se revelado na voz da natureza e na consciência do homem, Deus se revelou também na Bíblia, através dos profetas, e sobretudo no seu Filho, Jesus Cristo.

O caminho para Deus não está, portanto, nas estrelas (apesar de elas proclamarem, em todo o Universo, sua existência), e sim no interior do homem, na fé que nasce dentro dele e se projeta na pessoa de Jesus Cristo — autor e consumador dessa fé. O universo fala a todos da existência de Deus, mas quem reconduz o homem ao seu Criador é Jesus Cristo, a mais completa e perfeita revelação de Deus à humanidade.



FONTE: Livro Provas da existência de Deus - Jefferson Magno Costa.




Nem tudo está perdido - Reflexão



Reflexão sobre recuperação


"Durante a Segunda Guerra Mundial, o navio Califórnia teve seu casco perfurado e naufragou com muitos marinheiros, que não tiveram tempo para se salvar. Amarinha norte-americana, acreditando na continuidade da guerra por anos, achou por bem recuperar aquele navio. Dois anos se passaram e o Califórnia foi içado do fundo do mar, após um grande investimento tecnológico para que o navio pudesse ser levado à superfície. Todo o esforço foi válido, pois este mesmo navio foi usado com eficiência para combater os mesmos inimigos que o bombardearam, provocando o seu naufrágio. Sua participação na guerra foi decisiva para a imposição da superioridade dos EUA no mar. No final da guerra, o navio foi condecorado com toda a sua tripulação". (Alexandre Coelho)


Recuperação
Quando Deus entra na vida das pessoas Ele molda e transforma o caráter do individuo, e nos faz como joias preciosíssimas! Assim como na ilustração acima, do navio que foi restaurado, quando somos restaurados por Deus renascemos com um novo vigor, uma nava força, essa força vem de Deus, e faz com que aquele que antes era um derrotado e perdedor, agora seja um vitorioso do Senhor, que triunfa um cada luta contra o pecado e em cada batalha do dia a dia!


Podemos observar que, no decorrer da historia, Deus sempre buscou se relacionar e manter contato com sua criação. O próprio fato de Deus ter ordenado a Moisés que construísse o tabernáculo, para poderem buscar a presença de Deus, já é uma grande evidencia de que Deus sempre procurou se aproximar de sua criação. Mas, infelizmente o homem, por causa do pecado, acabou se distanciando cada vez mais da presença de Deus, e, sabemos que quanto mais o homem se afasta de Deus, mais ele se aproxima do fracasso e da destruição. Mas Deus é amoroso e misericordioso sempre, e nem tudo está perdido, Deus não abandonou sua criação. Ele ainda batalha incessantemente pela sua criação, por cada indivíduo, pois Ele quer resgatar e restaurar cada um de seus filhos "Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna." João 3:16.


Mesmo que você esteja no fundo do poço, ou em uma situação que parece não ter solução, destruído e abatido por causa do pecado, isso não importa, para Deus você ainda tem grande valor, pois, o nosso Deus é Deus que conserta e restaura o que antes estava perdido "Porque o Filho do homem veio buscar e salvar o que se havia perdido." Lucas 19:10 . Ele consegue pegar aquele homem que estava antes abatido e completamente destruído fazer dele um novo homem, uma nova criatura, alguém que antes não tinha nenhum valor em um novo ser, um ser valiosíssimo.




Veja Também:


O Saber para Salvação - Reflexão

O Saber para Salvação - Reflexão
"Se algum de vocês tem falta de sabedoria, peça-a a Deus, que a todos dá livremente, de boa vontade; e lhe será concedida." Tiago 1:5

Nunca subestime a inteligência do seu próximo! 

Um jovem que havia acabado de concluir um curso universitário atravessava um rio em companhia de um pescador que era crente. O "sábio" rapaz iniciou a conversa indagando se o barqueiro havia estudado gramática e latim. O barqueiro respondeu que não.
Com a resposta negativa, o universitário respondeu:

Cuidado com o orgulho, ele mata! - Reflexão

Cuidado com o orgulho, ele mata! - Reflexão


"Tens visto o homem que é sábio a seus próprios olhos? Pode-se esperar mais do tolo do que dele."
Provérbios 26:12


O Sapo que morreu por que era orgulhoso...


O sapo queria voar, conhecer o mundo lá de cima e sair um pouco da lama, da poeira, do mato. E bolou um plano ousado. Ao encontrar-se com um urubu, começou a pôr em prática sua estratégia: — “Seu" urubu, eu gostaria tanto de voar, conhecer o mundo lá de cima, mas, como o senhor sabe, não tenho asas. Porém tenho um belo plano. Que tal dar uma voltinha comigo grudado em uma de suas pernas? O urubu não titubeou para refutar a ideia, com medo das conseqüências.

Todavia, o sapo estava disposto e não se entregou. Continuou firme em seu propósito.

— Olha, podemos fazer o seguinte: com a minha boca eu seguro em uma de suas pernas. Como o senhor sabe, não tenho dentes e, portanto, não lhe causarei dano algum.

Após pensar um pouco, o urubu acabou se convencendo de que realmente não haveria nenhum problema, aceitando a ideia. Lá se foram os dois. Já no alto, o urubu passou por seus colegas, que ficaram assustados com o que viram!

— Será que estou bem?! Parece um sapo grudado em sua perna! — exclamou um colega urubu, esfregando rapidamente os olhos com uma de suas asas, para certificar-se de que não era um sonho.

O urubu contou toda a história ao colega, dizendo que resolveu realizar o sonho do sapo.

— Mas quem teve a ideia? — indagou o colega.

O sapo, que não queria dividir a glória da brilhante ideia, deu logo um grito:

— Fui euuuuuuuuuu!

E espatifou-se ao chão.



Cuidado com falsos elogios... 


Reflexão - Corvo nem canta!


Uma raposa, com muita fome, andava pela floresta quando avistou um corvo com uma caça no bico. Embora inferior a ela, o corvo estava em uma árvore. A raposa sabia que sua superioridade só lhe valia em terra. Portanto, precisava de um ardiloso plano para abocanhar a caça, e, se pudesse, o corvo também. O que fazer para conseguir pelo menos a caça? A raposa pensou, pensou, e logo surgiu um plano:

— Oi, corvo. Que tal cantar um pouco para mim? Você canta tão bem. E tão bom ouvi-lo.

O corvo, que não canta nada, curvou um pouco a cabeça e deu uma pequena ajeitada para fitar a raposa, passando a ouvi-la. Ela insistia: 

— Cante, corvo, eu quero ouvi-lo. Seus cânticos são belos!

Ela continuou falando sem dar muito espaço para que o corvo pudesse pensar e descobrir o truque para pegar a caça, uma vez que corvo não sabe cantar coisa nenhuma. De tanto insistir, com seguidos elogios, o corvo se orgulhou, estufou o peito e abriu o bico para cantar... o quê? Corvo não canta! Entretanto, ao abrir o bico, deixou cair a caça aos pés da raposa, que saiu orgulhosa e feliz, por encher sua barriga esfomeada.

"Que um outro te louve, e não a tua própria boca; o estranho, e 
não os teus lábios." Provérbios 27:2

"Humilhai-vos, pois, debaixo da potente mão de Deus, para que a seu tempo vos exalte"

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O fundo do poço não é o fim - Reflexão

O fundo do poço não é o fim - Reflexão
"Seja criativo faça do seu problema uma solução, desistir nunca"

A Fabula do boi no Buraco 

          Conta se a historia de que o boi caiu em um buraco e não havia como tirá-lo. O dono solicitou ajuda a seus vizinhos, mas todos acabaram desanimados depois de inúteis tentativas. Então, acharam por bem enterrar o animal que, por causa do acidente e da impossibilidade de retirá-lo, morreria no local. O próprio buraco seria usado para o enterro.

Contrastes entre a Natureza do impio e a natureza do justo - Reflexão

"Então voltareis e vereis a diferença entre justo e o ímpio; entre o que serve a Deus, e o que não o serve." Malaquias 3:18

Entendendo as diferenças: 

Contrastes entre a Natureza do impio e a natureza do justo - Reflexão"uma ovelha pode ate cair na lama, junto com o porco,
mas, a diferença entre a ovelha e o porco é que a
ovelha, com toda certeza, fara de tudo
pra sair da lama e se limpar, enquanto o
porco se sujará mais ainda."
(Norman Geisler)


A árvore má não pode produzir frutos bons - Reflexão


O "Escorpião e o Sapo."

A árvore má não pode produzir frutos bons - Reflexão             O escorpião queria atravessar o lago, mas não sabia como. Após inúmeras tentativas sem sucesso, apelou para um sapo, pedindo-lhe ajuda. Este, demonstrando esperteza, recusou dar uma mãozinha ao "colega". Ele sabia que o escorpião, por ser venenoso, poderia dar-lhe uma ferroada fatal. Entretanto, depois de muita conversa, o escorpião prometeu, em troca da carona, não o agredir, pois precisava muito atravessar o lago.

Deus te ensina a ser forte através das lutas diarias - Reflexão

Já dizia o velho ditado: 
"aquilo que não te mata, te afortalece..."


Deus te ensina a ser forte através das lutas diarias - Reflexão
A Águia - Ensinando o Filho 


A águia caça e dá comida aos seus filhotes, que demoram cerca de um ano para sair do ninho e voar livremente, mas, não deixa de ensinar lhes a voar, levando-os a um "passeio".

O filhote é deixado em pleno ar. Ele se debate muito, em meio ao desespero de uma queda livre, até ser "pescado" em pleno ar pela mãe-águia. Os exercícios repetem-se a cada dia, até que o filhote aprenda a voar sozinho, quando suas asas já lhe dão autonomia para isso.
As vezes nós não entendemos o agir de Deus, mas quando Ele permite o justo passar por provações, Ele simplesmente está ensinando-o a voar mais alto e ser mais forte!


"Como a águia desperta o seu ninho, se move sobre os seus filhos, estende as suas
asas, toma os e os leva sobre as suas asas, assim, só o Senhor o guiou; e não havia
com ele deus estranho" (Dt 32.11,12).


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Construindo Pontes! - Reflexão

O FAZEDOR DE PONTES!

Construindo Pontes! - ReflexãoCerta vez, dois irmãos que moravam em fazendas vizinhas, separadas apenas por um riacho, entraram em conflito. O que começara com um pequeno mal entendido finalmente explodiu numa troca de palavras ríspidas, seguidas por semanas de total silêncio. Numa manhã, o irmão mais velho ouviu bater à sua porta. Ao abri-la, notou um homem com uma caixa de ferramentas de carpinteiro em sua mão, que lhe disse:
– Estou procurando por trabalho, talvez você tenha um serviço para mim?

– Sim! – disse o fazendeiro.

A cobra e o vaga-lume - Reflexão

A cobra e o vaga-lume - Reflexão
A inveja já é um sentimento bem ruim, mas o pior tipo de inveja é quando um individuo não suporta que outras pessoas possam possuir coisas melhores do que as dele, ou até podem ser melhores em muitas coisas, nenhum ser humano comum pode ser melhor em tudo, perfeito mesmo foi só o Mestre Jesus. Veja esta ilustração sobre a cobra e o vaga-lume como ilustra bem a pessoa invejosa.

Ir na Igreja? Por que? - Reflexão

Quem nunca se perguntou, por que eu preciso ir à igreja? 

Ir na Igreja? Por que? - Reflexão
Se você é uma pessoa bem nutrida espiritualmente vai entender bem o que esta mensagem está a dizer, mas se você está quase morto espiritualmente, pare e pense, um pouco que talvez esteja faltando na sua vida espiritual...

POR QUE IR NA IGREJA? 

Um frequentador de Igreja escreveu para o editor de um jornal e reclamou que não faz sentido ir à Igreja todos os domingos. “Eu tenho ido à Igreja por 30 anos, ele escreveu, e durante este tempo eu ouvi uns 3.000 sermões. Mas por minha vida, eu não consigo lembrar nenhum sequer … Assim, eu penso que estou perdendo meu tempo e os Pastores estão desperdiçando o tempo deles pregando sermões!”

Esta carta iniciou uma grande controvérsia na coluna “Cartas ao Editor”, para prazer do Editor Chefe do jornal, que por semanas foi recebendo e publicando cartas do assunto, até que alguém escreveu este argumento:

“Eu estou casado já há 30 anos. Durante este tempo, minha esposa deve ter cozinhado umas 32.000 refeições. Mas, por minha vida, eu não consigo me lembrar do cardápio de nenhuma destas 32.000 refeições. Mas de uma coisa eu sei, todas elas me nutriram e me deram a fôrça que eu precisava para fazer o meu trabalho. Se minha esposa não tivesse me dado estas refeições, eu estaria hoje fisicamente morto.

Da mesma maneira, se eu não tivesse ido à Igreja para alimentar minha fome espiritual, eu estaria hoje morto espiritualmente.” 

 Graças a Deus por nossa nutrição física e espiritual!


Não ha lugar para o Diabo - Reflexão

Não ha lugar para o Diabo - Reflexão"... Antes tem o seu prazer na lei do Senhor, 
e na sua lei medita de dia e de noite" SL 1.3

Ao converter-se a Cristo, um jovem passou a ter novos hábitos... Na escola, todos perceberam as mudanças, principalmente um professor que não cria na existência de Deus e ouvira as explicações do rapaz sobre o plano de salvação em Jesus Cristo.

Querendo deixar o jovem confuso, pois percebera que agora ele só
falava em Jesus, chamou-o para uma conversa:
— Você está tão diferente nos últimos dias... O que há com você?

PARÁBOLA DO SEMEADOR

A parábola do semeador




Para ouvir e anunciar a Palavra de Deus 


LEITURA BÍBLICA: Marcos 4:3-20


INTRODUÇÃO


Para ilustrar verdades espirituais, Jesus frequentemente contava, por parábolas, histórias sobre os acontecimentos do dia a dia. A parábola do semeador é uma das narrativas de Jesus encontrada nos três Evangelhos sinóticos (Mt 13.1-9, Mc 4.3-9 e Lc 8.4-8) e relata de que forma a mensagem de salvação será recebida no mundo. Além disso, a parábola do semeador pode ser interpretada como “a parábola do coração”, pois mostra como é o interior de cada pessoa.


I. INTERPRETAÇÃO DA PARÁBOLA DO SEMEADOR


1. A importância em compreender a parábola. 


A parábola do semeador é uma das mais importantes, não apenas por constar nos três primeiros Evangelhos, mas também por ser fundamental para o entendimento de outras. Por essa razão, é necessário comparar e contrastar as referências paralelas a cada narrativa. Desse modo, teremos um quadro completo do que o Senhor Jesus disse sobre o Reino do Céu, já que a narrativa refere-se ao Reino. Essa história fala de um agricultor que lançou sementes em vários lugares com diferentes resultados, dependendo do tipo do solo (Mc 4.3-20). Para se entender essa parábola, é preciso recorrer ao contexto de Mateus 13.18-23, quando o próprio Senhor Jesus a interpretou.

2. Os elementos que constituem a Parábola:


O Semeador, a semente e o solo. No mesmo capítulo da parábola do semeador, ao explicar a parábola do trigo e do joio, o Mestre apresenta-se como o semeador (Mt 13.36-43). Daí, ainda que não especificamente mencionado, é possível inferir que o Semeador é Jesus, pois se compararmos o texto dessa parábola com o de Mateus 13.37, podemos concluir que há uma referência imediata com o Senhor. Contudo, por extensão, podemos igualmente entender que o semeador também pode ser qualquer pessoa que fielmente proclama a mensagem do Evangelho nos nossos dias. Quanto à semente, esta é a Palavra de Deus ou “a palavra do Reino” (Mt 13.19a) que, como sabemos, era o tema da pregação de Jesus (Mt 4.23) e da pregação apostólica (At 8.12; 28.30,31). Já o “solo”, é algo muito importante para qualquer planta. Por isso, os cristãos precisam desenvolver suas raízes por meio da fé em Cristo e do estudo da Palavra cada vez mais profundo. Tempos difíceis virão, e somente aqueles que tiverem desenvolvido suas raízes abaixo da superfície, sobreviverão.

3. Os diferentes tipos de solos infrutíferos. 


As pessoas que ouvem a Jesus são comparadas com vários tipos de solo (Lc 8.5-8). O solo duro e compactado da estrada impediu que as sementes penetrassem, permitindo que ficassem na superfície, expostas às aves que vieram e as comeram. Este solo representa aqueles que “ouvem e não entendem” (Mt 13.19a), por isso endurecem o coração para não receberem a Palavra (Mt 13.15). As aves representam Satanás (Mc 4.15), que arrebata a Palavra dessas pessoas, cujos corações estão endurecidos. As sementes que caíram sobre pedregais (vv.16,17), onde não havia muita terra, e, como consequência, cresceram rapidamente, acabaram secas num instante (v.6). Este solo raso representa as pessoas que ouvem a Palavra e a recebem com grande alegria, porém, quando surgem as dificuldades, as tribulações ou as perseguições por causa do Evangelho, elas não resistem e imediatamente tropeçam (Mt 13.20,21). Daí a necessidade de um maior embasamento na Palavra de Deus recebido através de um bom discipulado e frequência na Escola Dominical. Já as sementes que caíram entre espinhos são sufocadas quando estes crescem e roubam o alimento, a água, a luz e o espaço dos brotos. Infelizmente existem forças capazes de sufocar a mensagem, de forma a torná-la infrutífera (v.18). Este solo representa aqueles que “ouvem a palavra”, mas cuja capacidade para gerar fruto é sufocada. Jesus descreveu os espinhos como “os cuidados deste mundo”, “a sedução das riquezas” e “os prazeres da vida” (Mt 13.22; Mc 4.19; Lc 8.14; 12.29-32; 21.34-36). As distrações e os conflitos impedem os novos crentes de refletir e aprender a Palavra de Deus a fim de crescerem. Essas coisas, produzidas pela ambição das coisas materiais atormentaram os discípulos do primeiro século, da mesma forma como acontece nos dias atuais, distraindo os crentes de maneira que permaneçam infrutíferos, não produzindo nenhuma colheita.


II. A IMPORTÂNCIA DE OUVIR O EVANGELHO


1. O tipo ideal de solo. 


A parábola do semeador é uma descrição das várias respostas ao “ouvir” a Palavra de Deus e, seguramente, retrata as reações que Jesus encontrou no seu próprio ministério. A parábola adverte contra o ouvir superficial, mas também alimenta a expectativa do ouvir real e produtivo, que leva à obediência, e não devemos esquecer que o verbo grego correspondente a “ouvir” é frequentemente traduzido como “obedecer”. Por isso, o Mestre falou que algumas sementes caíram em boa terra (v.20). Tal terra tinha profundidade, espaço e umidade para crescer, multiplicar e produzir uma boa colheita. Este solo representa as pessoas que “ouvem” a Palavra e a “entendem”, frutificando abundantemente (Mt 13.23; Lc 8.15). Elas são como os bereanos que foram recomendados “porque de bom grado receberam a palavra, examinando cada dia nas Escrituras se estas coisas eram assim” (At 17.11). São, na verdade, os verdadeiros discípulos, aqueles que aceitaram Jesus, creram em sua Palavra e permitiram que Ele fizesse a diferença em suas vidas (At 17.12).

2. O tipo ideal de ouvinte. 


Jesus mostrou que o ato de “ouvir” representa um solo fértil para a mensagem do Reino. Se produzirmos frutos, isso provará que ouvimos. Se aqueles a quem pregamos o Evangelho produzirem frutos, isso mostrará que a semente que plantamos fincou raízes em seus corações. Jesus inicia a parábola do semeador com a palavra “ouvi” (v.3a) e termina com a seguinte advertência: “quem tem ouvidos para ouvir, ouça” (v.9). Analisando o aspecto material, o solo não é culpado se estiver duro, cheio de pedras ou de espinhos, enquanto que no aspecto espiritual, somos responsáveis se o nosso coração estiver endurecido, ou seja, se não estiver aberto para a Palavra de Deus arraigar-se profundamente, ou deixarmos as coisas deste mundo sufocarem a Palavra.

3. A importância de “ouvir”.


 Ao descrever o tipo ideal de solo, Jesus destaca o melhor perfil de ouvinte, mas também a importância de ouvir a Palavra e a conservar “num coração honesto e bom” a fim de dar “fruto com perseverança” (Lc 8.15). Aqui há uma lição para o ouvinte também. O fruto produzido depende da resposta à Palavra. É importante ler, estudar e meditar sobre as Escrituras. A Palavra tem que vir habitar em nós (Cl 3.16), para ser implantada em nosso coração (Tg 1.21). Temos que permitir que nossas ações, nossas palavras e nossas próprias vidas sejam formadas e moldadas pela Palavra de Deus.


III. O CHAMADO PARA ANUNCIAR O EVANGELHO


1. A obra da maior importância. 


Uma vez que a condição das pessoas sem Deus é de ignorância espiritual, pois Satanás “encobre” os seus corações para não ouvir o Evangelho (2Co 4.3,4), o maior serviço que qualquer cristão pode, e deve realizar, é semear a boa semente da Palavra de Deus (Ec 11.6). Isso não apenas com os seus lábios, mas também através do testemunho pessoal e da literatura (Fp 1.18). Cristo morreu e ressuscitou para nos salvar de nossos pecados. Agora, todo aquele que nEle crê, e for batizado, não mais será condenado, antes receberá a vida eterna (Mc 16.16; Ef 1.13,14).

2. Jesus e a ordem para pregar. 


Recordando que Evangelho significa “boas novas”, “boa notícia”, e que tal boa notícia nada mais é que a salvação em Jesus (Mt 28.18-20; Mc 16.15-18), todos precisam ouvir o evangelho. Jesus nos encarregou de contar as boas notícias às pessoas à nossa volta, pois o evangelho é uma notícia tão boa que não podemos guardar só para nós!

3. A importância de pregar o Evangelho. 


É muito importante pregar o evangelho, para que mais pessoas ouçam, creiam e sejam salvas (Rm 10.14,15). Aplicando-se espiritualmente, todos aqueles que seguem a Cristo devem estar sempre ensinando a Palavra, pois quanto mais ela é plantada nos corações, maior a colheita (1Co 3.6,7). É preciso, porém, saber que o que semeia a Palavra (v.14) o faz em todas as qualidades de solo (Is 32.20; Mc 16.15), semeia a Palavra sem observar o vento, nem as nuvens (Ec 11.4-6), semeia a Palavra sem gastar tempo com outra coisa (2Tm 2.4).


CONCLUSÃO


Como vimos, atualmente somos os semeadores, ou seja, a mesma Palavra de Deus pode ser plantada em nossos dias. Todavia, como na parábola, os resultados serão determinados pelo coração daquele que ouve. Lembremos que o nosso papel é pregar e o do Espírito, convencer os pecadores (Jo 16.8-11).



FONTE: LIÇÕES BÍBLICAS CPAD ADULTOS - 4º Trimestre 
de 2018 - Lição 2: Para ouvir e anunciar a Palavra de Deus

O que é uma Parábola?



O que é uma Parábola? 


PARÁBOLA - Uma comparação, um paralelo: Uma narração curta para ensinar uma verdade moral ou espiritual. A fábula é uma narração em que seres irracionais, e mesmo objetos inanimados, são apresentados como falando com paixões e sentimentos humanos, para ensinar lições espirituais. A parábola relata o que realmente aconteceu, ao passo que a fábula narra o que é imaginário.

A parábola ensina verdades celestiais; a fábula, ideias terrestres. “Foram certa vez as árvores a ungir
para si um rei, e disseram a oliveira. . . " é uma fábula. A alegoria é uma narração simbólica em que todos os detalhes têm significação. “O Peregrino” é uma alegoria. O símile é uma comparação de coisas semelhantes. A metáfora é uma figura de retórica pela qual se transporta a significação própria de um vocábulo para outra significação. O símile e a metáfora são breves ao passo que a parábola é mais extensa. “São lobos roubadores” é uma metáfora. “Como ovelhas para o meio de lobos” é um
símile. “O reino dos céus é semelhante a uma rede que, lançada ao mar, recolhe peixes de toda espécie . . . ” é uma parábola.


As parábolas de Jesus — As verdades e princípios divinos para uma vida abundante.




As parábolas de Jesus — As verdades e princípios divinos para uma vida abundante. (Lição Resumida)

LEITURA BÍBLICA: Mateus 13.10-17.


INTRUDUÇÃO


As parábolas são uma forma instrutiva para se ensinar grandes lições, e delas podemos extrair as inspirações e os ensinamentos divinos para a vida cristã.


O QUE É PARÁBOLA

Conceito.


Parábola, no hebraico mashal, dependendo do contexto, refere-se a um dito profético, um provérbio, uma analogia, um enigma, um discurso, um poema, um conto, um símile. Essa palavra ocorre aproximadamente quarenta vezes no Antigo Testamento, sendo normalmente traduzida como “provérbio”. A palavra grega traduzida como parábola, em o Novo Testamento, é parabolé, “por ao lado de”, com o sentido de “comparar” como ilustração de alguma verdade ou ensino. Nesse sentido, torna-se um instrumento didático. Ela é usada cinquenta vezes no Novo Testamento, sendo duas para indicar uma fala figurativa (Hb 9.9; 11.19) e quarenta e oito vezes traduzida no singular ou no plural, sempre se referindo às histórias de Jesus. Em síntese, parábola significa, literalmente, “comparação”, e como tal, comumente utilizada para indicar uma história breve, um exemplo esclarecedor para ilustrar uma verdade.