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O IMPÉRIO DAS SEITAS VII - WALTER MARTIN // Dica de leitura





Juntamente com o evangelho da graça de Deus, o Senhor anunciou e profetizou que seus seguidores iriam enfrentar provações e tribulações, tanto dentro como fora da igreja, e que uma das maiores dificuldades que teriam seria a presença de falsos cristos e falsos profetas, que viriam em seu nome e enganariam a muitos (Mt 24.5).


Jesus estava tão preocupado com essa questão que certa vez disse:

"Acautelai-vos dos falsos profetas que se vos apresentam disfarçados em ovelhas, mas por dentro são lobos roubadores. Pelos seus frutos os conhecereis. Colhem-se, porventura, uvas dos espinheiros ou figos dos abrolhos? 

Assim toda árvore boa produz bons frutos, porém a árvore má produz frutos maus. Não pode a árvore boa produzir frutos maus, nem a árvore má produzir frutos bons. Toda árvore que não produz bom fruto é cortada e lançada ao fogo. Assim, pois, pelos seus frutos os conhecereis. Nem todo o que me diz; Senhor, Senhor! entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai que está nos céus. 

Muitos, naquele dia, hão de dizer-me: Senhor, Senhor! porventura, não temos nós profetizado em teu nome, e em teu nome não expelimos demônios, e em teu nome não fizemos muitos milagres? Então lhes direi explicitamente: Nunca vos conheci. Apartai-vos de mim, os que praticais a iniquidade". (Mt 7.15-23.)


Cristo revelou que haveria falsos profetas. O Filho de Deus não tinha dúvida de que isso ocorreria. E as heresias dos primeiros cinco séculos da era cristã comprovam a veracidade de suas predições. Cristo disse ainda que os frutos dos falsos profetas seriam visíveis e que a igreja iria identificá-los prontamente. Não nos esqueçamos de que os frutos de uma árvore má, além de éticos e morais, podem ser também doutrinários.


Talvez uma pessoa possa ser até ética e moralmente correta, segundo os padrões humanos. Mas se der as costas a Jesus Cristo, rejeitando-o como Senhor e Salvador, o fruto dela será ruim, e deverá ser repudiado, pois não passa de um simulacro da verdade. O apóstolo João compreendeu bem isso quando disse:

"Eles saíram de nosso meio, entretanto não eram dos nossos; porque, se tivessem sido dos nossos, teriam permanecido conosco; todavia, eles se foram para que ficasse manifesto que nenhum deles é dos nossos". (1 Jo 2.19.)


Então a Bíblia de fato fala de falsos cristos, falsos profetas e falsos apóstolos, bem como de "obreiros fraudulentos, transformando-se em apóstolos de Cristo. E não é de admirar; porque o próprio Satanás se transforma em anjo de luz. Não é muito, pois, que os seus próprios ministros se transformem em ministros de justiça; e o fim deles será conforme as suas obras" (2 Co 11.13-15).


A perspectiva bíblica com relação a esses falsos profetas e seus falsos ensinos é a de que devemos ter compaixão e amor por aqueles que foram envolvidos nos ensinos deles, mas também precisamos nos opor vigorosamente às doutrinas, com o supremo objetivo de ganhar a alma do indivíduo, e não de discutir com ele.


Não devemos esquecer que os adeptos dessas seitas são almas pelas quais Jesus morreu, pois "ele é a propiciação pelos nossos pecados, e não somente pelos nossos próprios, mas ainda pelos do mundo inteiro" (1 Jo 2.2).


O propósito do livro O IMPÉRIO DAS SEITAS - WALTER MARTIN é despertar maior interesse entre o povo de Deus para esse importante campo missionário que são os adeptos das seitas, apontar as falhas de seus diversos sistemas doutrinários, e fornecer recursos aos crentes para que saibam responder corretamente, quando abordados por eles, e ao mesmo tempo apresentar-lhes as bases do evangelho de Cristo com uma forte preocupação pela salvação deles.


Outra meta deste livro é deixar o leitor bem familiarizado com as restauradoras verdades do evangelho, para que ele possa enxergar a maravilhosa herança que temos na fé cristã e se sinta inspirado a viver para o Salvador e a testemunhar dele de modo eficaz.


A Associação de Bancos dos Estados Unidos utiliza para treinamento de pessoal um recurso, que exemplifica bem o nosso objetivo. Todos os anos eles levam a Washington centenas de caixas para ensiná-los a identificar o dinheiro falso, que sempre acarreta enormes prejuízos para o tesouro do país.


O mais interessante é que, nos quinze dias de duração do treinamento, nenhum dos "caixas" manuseia cédulas falsas; só lidam com notas verdadeiras. E que a direção da associação está convencida de que, se o funcionário estiver bem familiarizado com o dinheiro verdadeiro, identificará o falso assim que este lhe cair nas mãos, por mais perfeita que seja a falsificação.


A verdade é que, quando os cristãos se familiarizarem com as doutrinas fundamentais da fé, saberão identificar facilmente os falsos ensinos que divergem dos do cristianismo bíblico. As seitas têm lucrado muito com o fato de a igreja cristã não compreender bem os ensinos delas e não criar uma metodologia prática para evangelizar seus adeptos, refutando seus argumentos.


É verdade que a estrutura doutrinária delas contém inúmeras verdades, todas elas, diga-se de passagem, retiradas de fontes bíblicas. Mas acham-se tão mescladas de erros humanos que acabam sendo mais mortíferas que uma mentira frontal. Além disso, algumas seitas têm dado ênfase a aspectos que a igreja cristã tem ignorado, como cura divina (Ciência Cristã), profecias (Testemunhas de Jeová e Mormonismo) e outros.



FONTE: LIVRO O IMPÉRIO DAS SEITAS VII - WALTER MARTIN


Como podemos ter certeza que Jesus realmente é o Messias prometido




JESUS — E só ELE — ENQUADRA-SE NO PERFIL DO MESSIAS PROMETIDO.



Como podemos ter certeza que Jesus realmente é o Messias prometido?



Centenas de anos antes de Jesus nascer, os profetas predisseram a vinda do Messias, do Ungido, que haveria de redimir o povo de Deus. Na verdade, dezenas dessas profecias do Antigo Testamento criaram um perfil ao qual somente o verdadeiro Messias poderia corresponder. Isso deu a Israel um instrumento para descartar impostores e validar as credenciais do Messias autêntico. Dentro de possibilidades infinitamente pequenas — uma em um trilhão elevado à décima quinta potência — Jesus, e apenas ele em toda a história, enquadrou-se nesse perfil. Isso confirma a identidade de Jesus com um grau incrível de certeza.



Nas Escrituras hebraicas, que os cristãos chamam de Antigo Testamento, há inúmeras profecias sobre a vinda do Messias, que seria enviado por Deus para redimir o seu povo. Na verdade, essas predições constituem um tipo de impressão digital figurativa que somente o Ungido poderia ter. Assim, os israelitas eram capazes de eliminar todos os impostores e validar as credenciais do Messias autêntico.



A palavra grega para "Messias" é Cristo. Mas será que Jesus era realmente o Cristo? Será que ele cumpriu miraculosamente as predições escritas centenas de anos antes do seu nascimento? E como podemos saber se ele foi de fato o único indivíduo em toda a história que satisfez as impressões digitais proféticas? Ao lermos as escrituras entendemos que sim, Jesus é realmente o Messias prometido, ele cumpriu miraculosamente todas as profecias (que foram escritas centenas de anos antes de seu nascimento), ele é o único individuo que se enquadra no perfil do Messias.



Veja abaixo a entrevista de entrevista que Lee Stronbel (ex-ateu) fez com Louis S. Lapides (judeu convertido ao cristianismo e mestre em teologia). 



Normalmente, a igreja seria um lugar natural para questionar alguém a respeito de uma questão bíblica. Mas quando me sentei na companhia do pastor Louis Lapides no santuário de sua congregação, logo após o culto dominical matutino, senti que havia algo diferente ali. Aquele cenário, com bancos e vitrais, não era exatamente o lugar onde normalmente encontraríamos um jovem judeu de Newark, Nova Jersey.



Mas era esse o seu histórico. Para alguém com uma herança dessas, saber se Jesus era o Messias tão esperado vai muito além da teoria. É algo muito pessoal, por isso procurei Lapides para ouvir a história de sua investigação particular dessa questão crítica.



Lapides é formado em teologia pela Universidade Batista de Dallas e é mestre em teologia do Antigo Testamento e em estudos semíticos pelo Seminário Teológico Talbot. Serviu durante dez anos nos Chosen People Ministries, falando de Jesus a estudantes judeus. Lecionou no departamento de Bíblia da Biola University e trabalhou durante sete anos como instrutor nos seminários da Walk Through the Bible. É também ex presidente de uma rede nacional de 15 congregações messiânicas.



Lapides é magro, usa óculos, tem a fala serena, mas sorri com facilidade. Foi com muita simpatia e polidez que ele me conduziu a uma cadeira próximo da entrada da Beth Ariel Fellowship, em Sherman Oaks, na Califórnia. Eu não queria começar logo de imediato a discutir nuanças bíblicas; em vez disso, pedi-lhe que me narrasse a história de sua jornada espiritual.



Ele cruzou as mãos sobre o colo e fitou as paredes de madeira escura por um momento, enquanto pensava por onde começar. Depois, passou a contar uma história extraordinária que nos levou de Newark para Greenwich Village, do Vietnã a Los Angeles, do ceticismo à fé, do judaísmo ao cristianismo, de um Jesus sem importância ao Jesus Messias.



— Como você sabe, vim de uma família judia — disse ele inicialmente. — Freqüentei uma sinagoga conservadora durante sete anos em preparação para o bar mitzvah. Embora considerássemos os estudos preparatórios muito importantes, a religião de minha família não afetava muito nossa vida cotidiana. Não deixávamos de trabalhar no sábado; nem sequer seguíamos a dieta kasher. Ele sorriu. — Porém, nos dias santos, íamos à sinagoga mais ortodoxa, porque meu pai achava que era ali que tínhamos de ir se quiséssemos levar Deus realmente a sério!



Quando interrompi para perguntar o que seus pais haviam lhe ensinado sobre o Messias, Lapides foi lacônico. — Nunca tocaram no assunto — disse ele sem se alterar. Era inacreditável. Achei que não havia entendido. — O senhor quer dizer que o assunto nem sequer era discutido? — perguntei. — Nunca — ele reiterou. — Não me lembro nem mesmo de estudar a questão na escola judaica.



Era surpreendente. — E quanto a Jesus? — perguntei. — Falavam a respeito dele? Mencionavam seu nome? — Só pejorativamente — respondeu Lapides. — Basicamente, nunca discutíamos sobre ele. Minhas impressões sobre Jesus formaram-se pelo que eu via nas igrejas católicas: a cruz, a coroa de espinhos, o lado perfurado, o sangue escorrendo da testa. Não fazia sentido para mim. Por que adorar um homem crucificado com pregos nas mãos e nos pés? Nunca achei que Jesus tivesse alguma relação com o povo judeu. Para mim, ele era o deus dos gentios.



Eu suspeitava que as atitudes de Lapides em relação aos cristãos tinham ido além de mera confusão sobre sua fé. — O senhor achava que os cristãos estavam na raiz do antisemitismo? — indaguei. — Víamos os gentios como sinônimo de cristãos, e éramos instruídos a ser cautelosos, porque poderia haver anti-semitismo entre os gentios — disse ele com um tom um tanto diplomático.



Procurei aprofundar um pouco mais a questão. — O senhor diria que acabou desenvolvendo algumas atitudes negativas em relação aos cristãos? Dessa vez, ele não pesou as palavras. — Foi de fato o que aconteceu — disse ele. — Na verdade, quando o Novo Testamento me foi apresentado pela primeira vez, mais tarde, achava que seria simplesmente um manual básico de anti-semitismo: como odiar os judeus, como matá-los, como massacrá-los. Achava que o Partido Nazista Americano poderia utilizá-lo tranqüilamente como manual.



Balancei a cabeça, triste em saber quantas crianças teriam crescido achando que os cristãos eram seus inimigos. Começa a busca espiritual Lapides conta que vários incidentes minaram sua fidelidade ao judaísmo durante sua fase de crescimento. Curioso acerca dos detalhes, pedi-lhe que se estendesse um pouco mais, e ele de imediato passou a falar do que foi claramente o episódio mais doloroso de sua vida.



— Meus pais se divorciaram quando eu tinha 17 anos — disse ele, e, surpreendentemente, depois de todos esses anos, dava ainda para perceber a mágoa em sua voz. — Foi como uma punhalada na fé que eu trazia no coração, fosse ela do jeito que fosse. Pensei: "Onde é que Deus entra nisso? Por que não procuraram aconselhamento com um rabino? Para que serve a religião se, na prática, é incapaz de ajudar as pessoas?" Era óbvio que ela era incapaz de preservar o relacionamento dos meus pais.



Quando se separaram, senti como se tivesse perdido uma parte de mim. Além disso, no judaísmo, eu não sentia que tivesse uma relação pessoal com Deus. Participei de inúmeras cerimônias e tradições muito bonitas, mas era o Deus distante e alienado do monte Sinai que dizia: "Eis aqui a minha lei; viva por ela, e você se dará bem. Até mais tarde". Eu, então um adolescente com os hormônios em ebulição, me perguntava: "De que modo Deus participa das minhas dificuldades? Será que ele me considera um indivíduo?" Eu achava que não.



O divórcio deu lugar a um tempo de rebelião. Seduzido pela música e influenciado pelos escritos de Jack Kerouac e Timothy Leary, Lapides passou muito tempo nos barzinhos de Greenwich Village e não tinha tempo para a escola, tornando-se refém da bebida. Em 1967, estava do outro lado do mundo, a bordo de um navio cuja volatilidade da carga — munições, bombas, foguetes e outros explosivos — fazia dele um alvo tentador para os vietcongues.



— Lembro-me de que fomos informados no Vietnã de que "20% de vocês provavelmente serão mortos, e os outros 80% vão contrair alguma doença venérea ou ficarão viciados em bebidas alcoólicas ou drogas". Minhas chances de voltar normal não chegavam a 1%. Foi um tempo terrível. Vi muito sofrimento. Vi companheiros voltando para casa em caixões. Vi a devastação causada pela guerra. E encontrei anti-semitismo entre alguns fuzileiros. Uns que eram do Sul até queimaram uma cruz, certa noite. É possível que eu quisesse distanciar-me da minha identidade judaica, e talvez por isso comecei a envolver-me com religiões orientais.



Lapides lera livros sobre filosofias orientais e visitara templos budistas quando passou pelo Japão. — Fiquei extremamente incomodado com o mal que vi e tentei descobrir como a fé pode enfrentá-lo — ele me disse. — Eu costumava dizer: "Se existe um Deus, não me importa se o encontro no monte Sinai ou no monte Fuji. Vou ficar com ele de qualquer jeito".



Ele sobreviveu ao Vietnã, voltando para casa viciado em maconha e planos de se tornar sacerdote budista. Tentou levar o estilo de vida ascético de autonegação, esforçando-se por se livrar do carma ruim das más ações do passado, mas logo percebeu que nunca conseguiria compensar tudo o que fizera de errado.



Lapides ficou em silêncio por algum tempo. — Fiquei deprimido — ele continuou. — Lembro-me de tomar o metrô e pensar: "Talvez atirar-me nos trilhos seja a resposta. Eu podia ficar livre desse corpo e fundir-me com Deus". Estava muito confuso. Para piorar as coisas, comecei a experimentar LSD. À procura de um novo começo, ele decidiu mudar para a Califórnia, onde continuou sua busca espiritual.



— Fui a encontros budistas, mas eles eram vazios — ele contou. — Os budistas chineses eram ateus, os budistas japoneses adoravam estátuas de Buda, o zen-budismo era muito difuso. Fui a reuniões da cientologia, mas eles eram muito manipuladores. Os hindus acreditavam que os deuses cultivavam todas essas orgias loucas e em deuses que eram elefantes azuis. Nada disso fazia sentido; nada me satisfez.



Ele chegou até a acompanhar amigos a reuniões com características satanistas. — Eu olhava e pensava: "Tem algum poder em ação aí, e não é um poder bom". Mergulhado em meu mundo alucinado por drogas, eu dizia aos meus amigos que acreditava que existe um poder maligno que é maior que eu, que pode agir em mim, que existe como entidade. Tinha visto mal suficiente na vida para crer nisso. Olhou para mim com um sorriso irônico: — Creio que aceitei a existência de Satanás antes de aceitar a de Deus. "Não consigo crer em Jesus"



O ano era 1969. A curiosidade de Lapides levou-o a visitar Sunset Strip para ver um evangelista que se acorrentara a uma cruz de dois metros e meio de altura, para protestar contra os donos de bares que tinham conseguido proibi-lo de trabalhar nas ruas. Ali, na calçada, Lapides encontrou alguns cristãos que começaram uma discussão sobre coisas espirituais com ele. Com certa arrogância, começou a esbanjar filosofia oriental. — Não existe Deus lá em cima — ele dizia, apontando para o céu. — Nós somos Deus. Eu sou Deus. Vocês são Deus. Vocês só precisam aceitar isso.



— Bem, se você é Deus, por que não cria uma pedra? — alguém lhe perguntou. — Faça alguma coisa aparecer. É isso o que Deus faz. Lapides, com a mente anuviada pelas drogas, imaginou que estava segurando uma pedra. — Muito bem, então vejam, aqui está uma pedra — ele disse, estendendo a mão vazia.



O cristão zombou dele. — Essa é a diferença entre você e o Deus verdadeiro — ele disse. — Quando Deus cria algo, todos podem vê-lo. É objetivo, não subjetivo. Isso calou fundo em Lapides. Depois de pensar no assunto por algum tempo, disse a si mesmo: "Quando eu encontrar Deus, ele terá de ser objetivo. Estou cheio dessa filosofia oriental que diz que está tudo na minha mente e que posso criar minha realidade. Deus deve ser uma realidade objetiva se quiser ter significado além da minha imaginação".



Quando um dos cristãos mencionou o nome de Jesus, Lapides tentou se desvencilhar com sua resposta padrão: — Sou judeu. Não posso crer em Jesus. Nisso um pastor entrou na conversa. — Você conhece as profecias sobre o Messias? — ele perguntou. Lapides foi apanhado desprevenido. — Profecias? Nunca ouvi falar delas.



O pastor deixou Lapides perplexo, citando algumas predi-ções do Antigo Testamento. "Um momento!", pensou. "Ele está citando minhas Escrituras hebraicas! Como Jesus pode estar nelas?" Quando o pastor lhe ofereceu uma Bíblia, Lapides se manteve cético. — O Novo Testamento está aí dentro? — perguntou. O pastor fez que sim com a cabeça. — Está bem, vou ler o Antigo Testamento, mas não vou nem abrir o Novo — disse.



Novamente ele ficou surpreso com a resposta do pastor. — Está bem. Leia apenas o Antigo Testamento e peça ao Deus de Abraão, de Isaque e de Jacó, o Deus de Israel, que lhe mostre se Jesus é o seu Messias. Porque eu sei que ele é. Ele veio primeiro para o povo judeu, para depois se tornar o salvador do mundo.



Para Lapides, essas eram informações novas. Informações intrigantes. Informações surpreendentes. Ele voltou ao seu apartamento, abriu o Antigo Testamento no primeiro livro, Gênesis, e se pôs a procurar Jesus entre palavras que tinham sido escritas centenas de anos antes de o carpinteiro de Nazaré ter nascido. "Transpassado por causa das nossas transgressões" — Não demorou muito — Lapides relatou — e eu estava lendo o Antigo Testamento todos os dias e encontrando uma profecia após outra.



Por exemplo, Deuteronômio falava de um profeta maior que Moisés, que viria e a quem deveríamos dar ouvidos. Pensei: "Quem pode ser maior que Moisés?". Tudo indicava que se tratava de uma referência ao Messias; alguém tão grande e respeitado como Moisés, mas um professor maior, com autoridade maior. Agarrei-me nisso e continuei procurando por ele.



Lapides foi avançando pela Escritura, até ficar paralisado por Isaías 53. De modo claro e específico, numa predição assombrosa envolta em bela poesia, aqui havia um quadro de um Messias que haveria de sofrer e morrer pelos pecados de Israel e do mundo; tudo escrito mais de 700 anos antes de Jesus andar pela terra.

Era desprezado, e o mais rejeitado entre os homens, homem de dores, e experimentado nos trabalhos; e, como um de quem os homens escondiam o rosto, era desprezado, e não fizemos dele caso algum. Verdadeiramente ele tomou sobre si as nossas enfermidades, e as nossas dores levou sobre si; e nós o reputávamos por aflito, ferido de Deus, e oprimido. Mas ele foi ferido por causa das nossas transgressões, e moído por causa das nossas iniqüidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados. Todos nós andávamos desgarrados como ovelhas; cada um se desviava pelo seu caminho; mas o Senhor fez cair sobre ele a iniqüidade de nós todos. Ele foi oprimido e afligido, mas não abriu a sua boca; como um cordeiro foi levado ao matadouro, e como a ovelha muda perante os seus tosquiadores, assim ele não abriu a sua boca. Da opressão e do juízo foi tirado; e quem contará o tempo da sua vida? Porquanto foi cortado da terra dos viventes; pela transgressão do meu povo ele foi atingido. E puseram a sua sepultura com os ímpios, e com o rico na sua morte; ainda que nunca cometeu injustiça, nem houve engano na sua boca [...]. Por isso lhe darei a parte de muitos, e com os poderosos repartirá ele o despojo; porquanto derramou a sua alma na morte, e foi contado com os transgressores; mas ele levou sobre si o pecado de muitos, e intercedeu pelos transgressores. Isaías 53:3-12



Lapides reconheceu o quadro imediatamente: era Jesus de Nazaré! Agora ele estava começando a entender as pinturas que vira nas igrejas católicas em que entrara quando criança: Jesus sofredor, Jesus crucificado, Jesus que ele agora percebia que tinha sido "transpassado por causa das nossas transgressões", que "levou o pecado de muitos".



Os judeus no Antigo Testamento procuravam pagar por seus pecados por meio de um sistema de sacrifícios de animais, mas aqui estava Jesus, o supremo Cordeiro sacrificial de Deus, que pagou pelo pecado de uma vez por todas. Aqui estava a personificação do plano de redenção de Deus. Essa descoberta foi tão estupenda, que Lapides podia chegar apenas a uma conclusão: era uma fraude! Ele concluiu que os cristãos tinham reescrito o Antigo Testamento e distorcido as palavras de Isaías para fazer como se o profeta tivesse previsto a vinda de Jesus.



Lapides se propôs a desmascarar a fraude. — Pedi à minha madrasta que me enviasse uma versão do Antigo Testamento em hebraico, para que eu mesmo pudesse comprová-lo — ele me disse. — Ela enviou, e adivinhe! Descobri que lá dizia a mesma coisa! Agora eu tinha mesmo de encarar o fato. Jesus é judeu.



Uma após outra Lapides encontrou profecias no Antigo Testamento; mais de 48 predições, no total. Isaías indicou o modo do nascimento do Messias (de uma virgem); Miquéias mostrou o lugar do seu nascimento (Belém); Gênesis e Jeremias especificaram sua ascendência (descendente de Abraão, Isaque e Jacó, da tribo de Judá, da família de Davi); os Salmos predisseram a traição que sofreria, sua acusação por testemunhas falsas, o modo da sua morte (transpassado nas mãos e nos pés, apesar de a crucificação ainda não ter sido inventada) e sua ressurreição (ele não se decomporia, mas ascenderia ao céu), e assim por diante.



Cada uma dessas profecias retirou um pouco do ceticismo de Lapides, até finalmente ele sentir-se disposto a dar um passo drástico. — Decidi abrir o Novo Testamento e ler apenas a primeira página — ele disse. — Com as mãos tremendo, lentamente virei as páginas de Malaquias para Mateus, olhando para o céu, para ver se algum raio iria me atingir!



As primeiras palavras de Mateus pareciam saltar da página: "Registro da genealogia de Jesus Cristo, filho de Davi, filho de Abraão...". Os olhos de Lapides se arregalaram quando lembrou a primeira vez em que leu essa frase. — Pensei: "Incrível! Filho de Abraão, filho de Davi": estava tudo se encaixando! Passei para as narrativas do nascimento e, veja só: Mateus está citando Isaías 7.14: "A virgem ficará grávida e dará à luz um filho".



Depois vi que ele citava o profeta Jeremias. Fiquei ali pensando: "Você sabe, todos estes são judeus. Onde entram os gentios na história? O que está acontecendo aqui?" Não consegui mais parar de ler. Li os quatro evangelhos e entendi que eles não eram o manual do Partido Nazista Americano; era a ação de Jesus no meio da comunidade judaica. Passei para o livro de Atos e — incrível! — eles estavam discutindo como os judeus podiam contar a história de Jesus aos gentios. Os papéis estavam invertidos!



As profecias cumpridas foram tão convincentes que Lapides começou a dizer aos seus conhecidos que achava que Jesus era o Messias. Na época, isso era uma mera possibilidade intelectual para ele, mas as implicações eram muito sérias. — Entendi que, para aceitar a Jesus em minha vida, teria de haver algumas mudanças significativas na maneira como eu estava vivendo — explicou. — Teria de encarar de modo diferente as drogas, o sexo etc. Eu não tinha entendido que Deus me ajudaria a fazer essas mudanças; achava que eu mesmo tinha de limpar a minha vida.



Epifania no deserto 



Lapides e alguns amigos partiram para o deserto de Mojave. Espiritualmente ele se sentia em meio a um conflito. Tivera pesadelos com cães atacando-o de várias direções ao mesmo tempo. Sentado entre os arbustos do deserto, lembrou-se das palavras que alguém dissera em Sunset Strip: "Ou você está do lado de Deus ou do lado de Satanás".



Ele cria na corporificação do mal; e não era desse lado que queria ficar. Assim, Lapides orou: "Deus, tenho de chegar ao fim desta luta. Tenho de saber sem sombra de dúvida se Jesus é o Messias. Preciso saber se tu, como Deus de,Israel, queres que eu creia nisso". Enquanto me contava a história, Lapides hesitou, sem saber como pôr em palavras o que aconteceu em seguida. Ficou em silêncio alguns momentos. Depois disse:



— O melhor que posso dizer daquela experiência é que Deus falou objetivamente ao meu coração. Ele me convenceu, de modo experimental, de sua existência. E naquele instante, lá no deserto, eu disse em meu coração: "Deus, eu aceito a Jesus em minha vida. Não entendo o que devo fazer com ele, mas eu o quero. Consegui estragar a minha vida; preciso que o senhor me transforme".



E Deus começou a fazer isso, em um processo que continua até hoje. Ele explicou: — Meus amigos sabiam que minha vida tinha mudado e não conseguiam entender como. Eles diziam: "Alguma coisa aconteceu com você no deserto. Você não quer mais saber de drogas. Há algo diferente em você". Então eu respondia: "Bem, não sei explicar o que aconteceu. Tudo o que sei é que há alguém na minha vida, e é alguém santo, justo, que é fonte de pensamentos positivos sobre a vida, e eu me sinto muito bem". Essa última frase parecia dizer tudo. — Eu me sinto inteiro, novo, de um modo como nunca me senti antes [...].



Respostas a objeções



Lapides terminou sua história e recostou-se na cadeira. Não tive pressa em retomar a conversa. O santuário transmitia paz; o sol da Califórnia reforçava as cores vermelha, amarela e azul dos vitrais. Fiquei pensando na força da história de uma pessoa que encontrou a fé. Estava maravilhado com essa saga de guerra e drogas, de Greenwich Village, Sunset Strip e um deserto isolado, que à primeira vista não tinham ligação com o pastor atencioso de fala mansa sentado à minha frente.



Contudo, eu não queria ignorar as perguntas óbvias que sua história levantava. Com a permissão de Lapides, comecei fazendo aquela que estava em primeiro lugar em minha mente: — Se as profecias foram tão evidentes para você e apontavam de modo tão inquestionável para Jesus, por que mais judeus não o aceitam por Messias?



Era uma pergunta que Lapides se fizera muitas vezes durante essas três décadas desde que fora desafiado por um cristão a pesquisar as Escrituras hebraicas. — No meu caso, tomei tempo para lê-las — ele replicou. — É surpreendente, mas, apesar de os judeus serem conhecidos por seus estudos, nessa área há muita ignorância. Além disso, existem organizações anti missionárias que realizam conferências nas sinagogas para tentar provar que as profecias messiânicas têm outras interpretações.



Os judeus as ouvem e usam como desculpa para não estudar as profecias pessoalmente. Dizem: "O rabino me disse que não é nada disso". Eu lhes pergunto: "Você acha que o rabino levantou objeções que os cristãos já não ouviram antes? Estou querendo dizer que os estudiosos trabalham nisso há centenas de anos! Há muita literatura e respostas cristãs convincentes a esses desafios". Se alguém mostra interesse, eu o ajudo a avançar.



Perguntei sobre o ostracismo que um judeu enfrenta quando se torna cristão. — Isso realmente acontece — ele assentiu. — Algumas pessoas não se deixam conquistar pelas profecias messiânicas porque têm medo das repercussões: a provável rejeição pela família e pela comunidade judaica. Isso não é fácil de encarar. Pode acreditar, eu sei o que é isso!




FONTE: Livro Em defesa de Cristo - Lee Strobel - Editora Vida




A Oração toca a Eternidade (Leonard Ravenhill)



A Oração toca a Eternidade 


A estatura espiritual de um crente é determinada pelas suas orações. O pastor ou crente que não ora está-se desviando. O púlpito pode ser uma vitrine onde o pregador exibe seus talentos. Mas no aposento da oração não temos como dar um jeito de aparecer. Embora a igreja seja pobre sob muitos aspectos, é mais pobre ainda na questão da oração. Contamos com muitas pessoas que sabem organizar, mas poucas dispostas a agonizar; muitas que contribuem, mas poucas que oram; muitos pastores, mas pouco fervor; muitos temores, mas poucas lágrimas; muitas que interferem, mas poucas que intercedem; muitas que escrevem, poucas que combatem. Se fracassarmos na oração, fracassaremos em todas as frentes de batalha.


Os dois requisitos para se ter uma vida cristã vitoriosa são visão e fervor. Ambos nascem da oração e dela se nutrem. O ministério da pregação é de poucos; o da oração — a mais importante de todas as atividades humanas — está aberta a todos. Porém, as “criancinhas” espirituais comentam sem o menor constrangimento: “Hoje, não vou à igreja. É dia de reunião de oração”. É bem possível que Satanás não tema grande parte das pregações de hoje. Mas a experiência do passado leva-o a arregimentar todo o seu exército infernal para lutar contra o crente que ora.

Frases notáveis sobre Fé oração e vida com Deus

Frases notáveis sobre Fé oração e vida com Deus









“Vós, porém, amados, edificando-vos na vossa fé santíssima, orando no Espírito Santo”.
— Judas20.



“Pela fé e pela oração, fortaleça as mãos frouxas e firme os joelhos vacilantes. Você ora e jejua? Importune o trono da graça e seja persistente em oração. Só assim receberá a misericórdia de Deus”.
— João Wesley.


"só pode fazer uma oração curta e poderosa em público quem mantém uma longa e poderosa comunhão “em secreto”.
— E. M. Bounds


“Por mais erudito que um homem seja, por mais perfeita que seja sua capacidade de expressão, mais ampla sua visão das coisas, mais grandiosa sua eloqüência, mais simpática sua aparência, nada disso toma o lugar do fervor espiritual. É pelo fogo que a oração sobe aos céus. O fogo empresta asas à oração, dando-lhe acesso a Deus; comunica-lhe energias e torna-a aceitável diante do Senhor. Sem fogo não há incenso; sem fervor não há oração”.
— E. M. Bounds.

Frases Notáveis Sobre a Bíblia Sagrada

Frases Notáveis Sobre a Bíblia Sagrada


Muitos dos grandes homens e mulheres na historia da humanidade apreciavam a Palavra 


Vejam o que alguns deles disseram sobre este livro tão maravilhoso:



Abraão Lincoln: “Creio que a Bíblia é o melhor presente que Deus já deu ao homem. Todo o bem, da parte do Salvador do mundo, nos é transmitido mediante este livro”.


W. E. Gladstone: “Dos grandes homens do mundo, meus contemporâneos, tenho conhecido noventa e cinco, e destes, oitenta e sete foram seguidores da Bíblia. A Bíblia assinala-se por uma peculiaridade de Origem. Uma distância imensurável separa-a de todos os outros livros”.


George Washington: “Impossível é governar bem o mundo sem Deus e sem a Bíblia”.


Napoleão: “A Bíblia não é um simples livro, senão uma Criatura Vivente, dotada de uma força que vence a quantos se lhe opõem”.


J. I. Packer: "A Bíblia parece uma orquestra sinfônica, tendo o Espírito Santo como seu maestro; cada
instrumento foi trazido voluntária, espontânea e criativamente para tocar suas notas
exatamente como o grande maestro queria, embora nenhum dos músicos pudesse ouvir a
música como um todo."


Rainha Vitória: “Este livro dá a razão da supremacia da Inglaterra”.


Daniel Webster: “Se existe algo nos meus pensamentos ou no meu estilo que se possa elogiar, devo-o aos meus pais que instilaram em mim, desde cedo, o amor pelas Escrituras. Se nos ativermos aos princípios ensinados na Bíblia, nosso País continuará prosperando sempre. Mas se nós e nossa posteridade negligenciarmos suas instruções e sua autoridade, ninguém poderá prever a catástrofe súbita que nos poderá sobrevir, para sepultar toda a nossa glória em profunda obscuridade”.


Thomas Carlyle: “A Bíblia é a expressão mais verdadeira que, em letras do alfabeto, saiu da alma do homem, mediante a qual, como através de uma janela divinamente aberta, todos podem fitar a quietude da eternidade, e vislumbrar seu lar longínquo, há muito esquecido”.


John Ruskin: “Qualquer que seja o mérito de alguma coisa escrita por mim, deve-se tão só ao fato de que, quando eu era menino, minha mãe lia todos os dias para mim um trecho da Bíblia, e cada dia fazia-me decorar uma parte dessa leitura”.


Charles A. Dana: “O grandioso velho Livro ainda permanece; e este mundo velho, quanto mais tiver suas folhas volvidas e examinadas com atenção, tanto mais apoiará e ilustrará as páginas da Palavra Sagrada”.


Ferrar Fenton: “Nas Escrituras hebraico-cristãs temos a única chave que abre para o homem o Mistério do Universo e, para esse mesmo homem, o Mistério do seu próprio eu”.


Thomas Huxley: “A Bíblia tem sido a Carta Magna dos pobres e oprimidos. A raça humana não está em condições de dispensá-la”.


W. H. Seward: “Toda a esperança de progresso humano depende da influência sempre crescente da Bíblia”.


Patrick Henry: “A Bíblia vale a soma de todos os outros livros que já se imprimiram”.


U. S. Grant: “A Bíblia é a âncora-mestra de nossas liberdades”.


Robert E. Lee: “Em todas as minhas perplexidades e angústias a Bíblia nunca deixou de me fornecer luz e vigor”.


Lord Tennyson: “A leitura da Bíblia já de si é uma educação”.


Horace Greeley: “É impossível escravizar mental ou socialmente um povo que lê a Bíblia. Os princípios bíblicos são os fundamentos da liberdade humana”.


John Quincy Adams: “Tão grande é a minha veneração pela Bíblia que, quanto mais cedo meus filhos começam a lê-la, tanto mais confiado espero que eles serão cidadãos úteis à pátria e membros respeitáveis da sociedade. Há muitos anos que adoto o costume de ler a Bíblia toda, uma vez por ano”.


Immanuel Kant: “A existência da Bíblia, como livro para o povo, é o maior benefício que a raça humana já experimentou. Todo esforço por depreciá-la é um crime contra a humanidade”.


Charles Dickens: “O Novo Testamento é mesmo o melhor livro que já se conheceu ou que se há de conhecer no mundo”.


Sir William Herschel: “Todas as descobertas humanas parecem ter sido feitas com o propósito único de confirmar cada vez mais fortemente as verdades contidas nas Sagradas Escrituras”.


Sir Isaac Newton: “Há mais indícios seguros de autenticidade na Bíblia do que em qualquer história profana”.


Goethe: “Continue avançando a cultura intelectual; progridam as ciências naturais sempre mais em extensão e profundidade; expanda-se o espírito humano tanto quanto queira; além da elevação e da cultura moral do cristianismo, como ele resplandece nos Evangelhos, é que não irão”.


Henry Van Dyke: “Nascida no Oriente e vestida de formas e de imagens orientais, a Bíblia percorre as estradas do mundo inteiro, familiarizada com os caminhos por onde vai; penetra nos países, um após outro, para em toda parte sentir-se bem, como em seu próprio ambiente. Aprendeu a falar ao coração do homem em centenas de línguas. As crianças ouvem suas histórias com admiração e prazer, e os sábios ponderam-nas como parábolas de vida. Os maus e os soberbos estremecem com os seus avisos, mas aos ouvidos dos que sofrem e dos penitentes sua voz tem timbre maternal. A Bíblia está entretecida nos nossos sonhos mais queridos, de sorte que o amor, a amizade, a simpatia, o devotamento, a saudade, a esperança, cingem-se com as belas vestimentas de sua linguagem preciosa. Tendo como seu esse tesouro, ninguém é pobre nem desolado. Quando a paisagem escurece, e o peregrino, trêmulo, chega ao Vale da Sombra, não teme nele entrar; empunha a vara e o cajado da Escritura; diz ao amigo e companheiro — ‘Adeus, até breve’. Munido desse apoio, avança pela passagem solitária como quem anda pelo meio de trevas em demanda da luz”. (Do “Companionable Books”, de Henry Van Dyke, por gentileza dos seus editores, Charles Scribner's Sons).



Fonte: Manual Bíblico de Halley.

Top 10 - Livros para enriquecer seu conhecimento!

Livros para enriquecer seu conhecimento! 


Essa postagem será um top 10 sobre alguns dos melhores livros que já li.



Em guarda - William Lane Craig.



É um livro muito bom para aprender sobre apologética e saber dialogar cientificamente sobre novidades no mundo da astrofísica. Além disso é um livro bom para aprender filosofia e argumentação consistente para poder se sair bem em debates. Esse livro também destrói completamente as teorias anti-Cristo, destrói definitivamente com uma maestria acadêmica.

Neste livro, o autor pretende oferecer quatro argumentos plausíveis, segundo ele, para a existência de Deus, defender a historicidade da ressurreição de Jesus e abordar o problema do sofrimento. Além disso, busca mostrar por que o relativismo religioso não consegue responder ao desejo de compreender as questões últimas da vida.



Apologética para questões difíceis da vida - William Lane Craig.



Nesta obra, além de abordar questões como sofrimento, dúvida, fracasso, existência do mal e orações não respondidas, o autor também encara questões que envolvem aborto e homossexualidade. O objetivo é que este livro possa ajudar o leitor em sua busca de compreender o plano divino.


Por que Deus não responde às minhas orações? Se Deus é onipotente, por que o mal existe? Se Deus é tão amoroso, por que sofremos? Qual é o significado do sofrimento para o cristão? Como ele deve lidar com suas dúvidas?


Todo aquele que busca compreender as razões de sua fé acaba se deparando com questões complicadas como sofrimento, dúvida, fracasso, existência do mal e orações não respondidas, mas muitas vezes, em meio a nossa sociedade cada vez mais culturalmente estagnada, não encontra respostas bem elaboradas, francas e inteligentes.


Além de tratar dessas, o autor, William Lane Craig, que é doutor em teologia e filosofia, também encara de frente questões espinhosas da atualidade que envolvem as polêmicas do aborto e da homossexualidade. Se você está procurando um livro de apologética que apresente uma reflexão bíblica, profunda e honesta sobre questões difíceis da vida, esta obra, ao contrário do que se tem visto por aí, trata desses problemas de forma menos apressada e mais aprofundada.


O objetivo é que este livro possa ajudá-lo em sua busca de compreender o plano divino, afinal, com diz em 1Pe 3.15, é tarefa de todo cristão estar sempre preparado para responder a todo aquele que lhe pedir a razão da sua esperança.



Em defesa de Cristo - Lee Strobel.



 O livro Em Defesa de Cristo é uma obra fantástica que transformará a vida de muitas pessoas, além de reavivar a fé daqueles que já creem na história mais bonita da humanidade, a de Jesus.


 O jornalista Lee Strobel, um ex-ateu, investigou minuciosamente a morte, o sepultamento e a ressurreição de Jesus. O autor conversou com diversos estudiosos, fez perguntas, enfim, elaborou um grande trabalho que vai convencer muitos céticos.


Escrito no estilo de uma reportagem investigativa, Em defesa de Cristo é uma leitura provocante e solidamente argumentada. “Em defesa de Cristo é como um romance cativante e de ritmo acelerado. Mas não se trata de ficção. É uma viagem sobre o fato mais marcante da história: a morte, o sepultamento e ressurreição de Jesus Cristo. Além de ser também um testemunho pessoal revelador do seu poder.”



Não tenho fé suficiente para ser ateu - Norman Geisler , Frank Turek.



Idéias com o objetivo de destruir a fé cristã sempre bombardeiam os alunos do ensino médio e das universidades. Este livro serve como um antídoto excepcionalmente bom para refutar tais premissas falsas. Ele traz informações consistentes para combater os ataques violentos das ideologias seculares que afirmam que a ciência, a filosofia e os estudos bíblicos são inimigos da fé cristã.


Antes de tocar a questão da verdade do cristianismo, essa obra aborda a questão da própria verdade, provando a existência da verdade absoluta. Os autores desmontam as afirmações do relativismo moral e da pós-modernidade, resultando em uma valiosa contribuição aos escritos contemporâneos da apologética cristã. Geisler e Turek prepararam uma grande matriz de perguntas difíceis e responderam a todas com habilidade. Uma defesa lógica, racional e intelectual da fé cristã.



Razoes para crer - Norman Geisler.



A obra aborda vários aspectos da apologia cristã, e está dividida em quatro assuntos base:
- O que é apologética e por que precisamos dela;
- Questões culturais e teológica na apologética;
- Defendendo o teísmo cristão;
- Movimentos religiosos do mundo.

Cada assunto é detalhado através de sub-tópicos enriquecendo ainda mais os argumento a favor da fé cristã. Dentre os temas abordados, podemos destacar alguns esclarecedores sobre o que é apologética, por que precisamos dela, entre outros. Leitura indispensável para quem quer aprender sempre mais, e ter uma fé completamente fundamentada.



Cristianismo Puro e Simples - C. S. Lewis


Em um dos períodos mais sombrios da humanidade, a Segunda Guerra Mundial, C.S. Lewis foi convidado pela BBC a fazer uma série de palestras pelo rádio com o intuito de explicar a fé cristã de forma simples e clara. Mais tarde, ajustado pelo próprio Lewis, esse material daria origem a Cristianismo puro e simples, um grande clássico da literatura.


Na obra mais popular e acessível de seu legado, Lewis apresenta os principais elementos da cosmovisão cristã, gradativamente conduzindo o leitor a temas mais profundos e complexos, provocando reflexão e debate. Nesta edição especial e com tradução de uma das maiores especialistas em Lewis do Brasil, você vai encontrar as palavras que encorajaram e fortaleceram milhares de ouvintes em tempos de guerra — e ainda reverberam mais de 70 anos depois.


Em uma votação realizada em 2006 pela revista Christianity Today foi considerado um dos 50 livros mais influentes do pensamento evangélico no pós-II Guerra.[2]


Algumas passagens do livro se tornaram argumentos populares e frequentemente citados a favor da existência de Deus. Por exemplo, C. S. Lewis defende que a noção humana instintiva de moralidade e ética sugere a existência de uma entidade externa que nos transmite esses conceitos.



Manual da escola dominical - Antonio Gilberto. 



É um manual contendo orientações práticas para professores da Escola Dominical, contendo bibliologia, pedagogia e muito mais. Proporciona conhecimentos básicos aos professores iniciantes, reforça a bagagem cultural dos veteranos, aumentar a capacidade de ensino dos que se dedicam ao ministério da Palavra.


O livro fornece dados e informações para a realização do CAPED em sua igreja. CAPED é um curso de treinamento, produzido pela CPAD, para professores iniciantes e também para atualização de professores veteranos da Escola Bíblica Dominical. Eis os objetivos principais deste livro, que proporciona ainda ricos subsídios nas áreas do pastorado, pregação, didática, história, geografia e usos e costumes dos templos bíblicos.



Manual do professor de escola dominical - Marcos Tuler.



Com a finalidade de auxiliar os educadores cristãos, através de um estilo claro, preciso e límpido, conduz o leitor a assimilar os conteúdos fundamentais da didática. Fruto de uma experiência larga e assinalada tanto no magistério cristão como no eclesiástico. Neste livro é o professor que escreve; é o escritor que ensina.


Para conhecer mais sobre o autor e suas obras acesse o blog: http://prmarcostuler.blogspot.com/
Obra ganhadora do Prêmio ABEC 2003 da Associação Brasileira de Editores Cristãos - ABEC - Categoria Autor Revelação


Ensinando com êxito na escola dominical - Myer Pearlman.



O professor é quem tem a tarefa de descomplicar assuntos complicados, ou seja, um professor eficaz é aquele que facilita para o aluno poder aprender a lição da maneira mais pratica possível, para isso é necessário manter uma vida de oração e disciplina nos estudos, é preciso também que o professor conheça a sua classe e suas necessidades de aprendizado, isto é, temos que saber o porque ensinar?, o que ensinar?, a quem ensinar? e como ensinar?. Obtive a resposta para estas questões quando li o livro Ensinando com êxito na escola dominical - Myer pearlman, editora vida.


O conteúdo deste livro é de grande ajuda ao professor de Escola Dominical, tanto ao principiante como ao que já possui experiência na área. Este livro expõe os princípios mais importantes que regem o ensino - especialmente aplicados à Escola Dominical.


Tanto o professor iniciante como o veterano encontrarão nesta obra material abundante e apropriado, que os capacitarão a desempenhar com mais eficiência a importantíssima tarefa de ensinar. O autor focaliza o tema de forma geral, adaptando-o, o máximo possível, a todos os professores dos diferentes departamentos da Escola Dominical.



Porque tarda o pleno avivamento - Leonard Ravenhill



O livro trata de um dos assuntos mais falados no meio cristão e também, um dos mais desgastados: o avivamento. Muitos cristãos torcem o nariz ao ouvir essa simples palavra, outros dão pulos de alegria quando o assunto da pregação ou o tema do louvor é esse.


Mas, Leonard Ravenhill trata desse assunto, nesta obra, de uma maneira diferenciada das discussões entre carismáticos e tradicionais. Para o autor, o avivamento nada tem a ver com a forma como o louvor é apresentado nas igrejas, mas acontecerá de maneira real quando a igreja clamar para que Deus abra os céus e venha com poder e autoridade, tornando grande o Seu nome diante de todos os seus adversários.


O objetivo deste livro é despertar a igreja, que se encontra confusa e mundana diante de tantos movimentos avivalistas que mais têm a ver com barulho do que com poder, para o verdadeiro derramamento do Espírito Santo que vai capacitá-la a cumprir o seu propósito enquanto família de Deus, Corpo, Noiva e Habitação de Cristo.




Livros para professores da EBD - Livros de Educação Cristã

Livros de Educação Cristã 


Livros que são de grande utilidade para todo professor da Escola Dominical:



Manual do professor de escola dominical - Marcos Tuler.



Ensinando com êxito na escola dominical - Myer Pearlman.



Manual da escola dominical - Antonio Gilberto.



Como tornar o ensino eficaz - Antonio Tadeu Ayres.



Socorro sou professor da Escola Dominical - Lécio Dornas.



Manual do Superintendente da escola dominical - Claudionor de Andrade.




Biblioteca do Professor EBD (Meus livros preferidos)



ALGUMAS DICAS DE BONS LIVROS PARA LER



Reservei este cantinho do blog para estar listando alguns livros que recomendo, porque, foram de grande utilidade para minha vida e meu amadurecimento espiritual, são livros que, com certeza poderá servir para seu crescimento e amadurecimento espiritual também!


Livros para enriquecer seu conhecimento!


Livros de apologética, um dos meus temas prediletos:


Em guarda - William Lane Craig.

Apologética para questões difíceis da vida - William Lane Craig.

Em defesa de Cristo - Lee Strobel.

Não tenho fé suficiente para ser ateu - Norman Geisler , Frank Turek.

Razoes para crer - Norman Geisler.

Cristianismo Puro e Simples - C. S. Lewis


Livros de Educação Cristã, são de grande utilidade para ensinadores:


Manual do professor de escola dominical - Marcos Tuler.

Ensinando com êxito na escola dominical - Myer Pearlman.

Manual da escola dominical - Antonio Gilberto.

Como tornar o ensino eficaz - Antonio Tadeu Ayres.

Socorro sou professor da Escola Dominical - Lécio Dornas.

Manual do Superintendente da escola dominical - Claudionor de Andrade.


Livros de conhecimentos geral e historia:


O livro dos mártires - John Fox.

História dos Hebreus - Flávio Josefo.

Fique por dentro Vol. II - Pr. Roberto de Carvalho.

Enciclopédia bíblica ilustrada - Mike Beaumont.


Comentários Bíblicos e Livros para consulta:


Comentário beacon A.T. e N.T.

Manual popular de dúvidas enigmas e contradições da bíblia - Norman Geisler.

Teologia Sistemática vol. I e II - Norman Geisler.

Dicionario Bíblico Wiclife.

Dicionario Bíblico VINE.

Pequena enciclopédia bíblica - Orlando Boyer.


Alguns dos melhores escritores evangélicos das últimas décadas:


Norman Geisler

William Lane Craig

C. S. Lewis

Lee Strobel

Billy Graham

A. W. Tozer

Matthew Henry

Antonio Gilberto

Elienai Cabral

Ciro Sanches Zibordi

Claudionor de Andrade

Leonard Ravenhill

Paul Washer 

Augustus Nicodemus Lopes

Charles Spurgeon

R. C. Sproul

Myer Pearlman 

Hernandes Dias Lopes


Max Lucado


O Sofrimento Humano (O Problema do Sofrimento, C. S. Lewis)

O Sofrimento Humano

Foram os homens, e não Deus, que inventaram a tortura, os chicotes, as prisões, a escravidão, as armas, as baionetas e as bombas. A pobreza e o excesso de trabalho são produtos da avareza ou da estupidez humana e não uma distorção da natureza. De todo modo, porém, existe ainda muito sofrimento que não pode ser atribuído a nós mesmos. Mesmo que toda dor fosse causada pelo ser humano, ainda assim gostaríamos de saber a razão para a tolerância por parte de Deus no que diz respeito à tortura que os indivíduos malvados infringem aos seus semelhantes.

A Onipotência de Deus (O Problema do Sofrimento, C. S. Lewis)


Onipotência significa "poder para fazer tudo, ou todas as coisas".
É bastante comum, numa discussão com um incrédulo, ouvir dizer que Deus, se existisse e fosse bom, faria isto ou aquilo; e então, se declaramos que o ato proposto é impossível, receber a resposta: "Mas pensei que Deus fosse capaz de fazer tudo". Isto faz surgir a questão da impossibilidade.

 No uso ordinário da palavra, impossível geralmente subentende uma cláusula suprimida iniciada com as palavras salvo se, ou exceto, ou ainda a não ser que. Assim, é impossível para mim ver a rua de onde estou sentado escrevendo agora; isto é, é impossível ver a rua salvo se eu subir ao andar superior de onde posso olhar por cima do prédio que interfere com a minha visão. Se eu tivesse quebrado a perna diria: "Mas é impossível subir ao andar superior" - querendo indicar, porém, que é impossível a não ser que apareçam alguns amigos que me levem até lá. Vamos avançar agora para um plano diferente de impossibilidade, dizendo:"É, de qualquer forma, impossível ver a rua enquanto eu permanecer onde estou e o prédio intermediário continuar onde está". Alguém poderia acrescentar: "a não ser que a natureza do espaço, ou da visão, fosse diferente do que é".
Não sei o que os melhores filósofos e cientistas responderiam a isto, mas eu teria de replicar: "Não sei se o espaço e a visão poderiam possivelmente ter sido de uma natureza tal como a que você sugere."

Leonard Havenhill, Frases


Frases e citações - Leonard Havenhill



Estamos pensando que os andaimes são o prédio. As pregações de hoje, com sua falha interpretação das verdades bíblicas, nos levam a confundir agitação com unção, e comoção com avivamento.
(Leonard Havenhill) 



Irmãos, se fôssemos tão eficientes na tarefa de enriquecer nossa alma quanto o somos na de cuidar de nossos interesses pessoais, constituiríamos uma ameaça para o diabo. Mas se fôssemos ineficientes no cuidado de nossos interesses como o somos nas questões espirituais, estaríamos mendigando.
(Leonard Havenhill) 



Em cada um de nós existem três pessoas: a que nós achamos que somos, a que os outros pensam que somos, e a que Deus sabe que somos.
(Leonard Havenhill) 



Não adianta dar outros nomes ao pecado; continua sendo pecado. Algumas pessoas se justificam assim: “Aquele sujeito ali tem um gênio dos diabos. O que eu tenho é ira justa.” “Ela é supersensível, mas eu sou irritável porque tenho problemas de nervos.” “Ele é ambicioso demais; eu estou apenas ampliando os negócios.” “Que sujeito mais teimoso! Eu tenho convicções firmes.” “Ela é muito orgulhosa; eu tenho gosto muito apurado.”
(Leonard Havenhill) 



Em último lugar, o avivamento tarda porque roubamos a glória que pertence a Deus. Reflitamos um pouco sobre essas palavras de Jesus: “Eu não aceito glória que vem dos homens”. “Como podeis crer, vós os que aceitais glória uns dos outros, e contudo não procurais a glória que vem do Deus único?” (Jo 5.41,44.) Chega de toda essa autopromoção nos púlpitos.
(Leonard Havenhill) 



O preço é elevado. Deus não quer ser apenas nosso sócio; quer ser nosso proprietário.
(Leonard Havenhill) 



Ó meus irmãos pastores, nossas orações, em grande parto, não passam de conselhos que estamos tentando dar a Deus. Elas são caracterizadas pelo egoísmo, pois nossas petições são em nosso favor ou de nossas denominações. Que Deus corrija isso em nós! Nossa meta deve ser apenas Deus. É sua honra que está sendo conspurcada; é seu bendito Filho quem está sendo ignorado, suas leis que estão sendo transgredidas, seu nome profanado, seu Livro esquecido, e sua casa está-se tornando um círculo social.
(Leonard Havenhill) 



“coração compungido e contrito não o desprezarás, ó Deus”. Aliás, ele só usa vasos
quebrados. Quando Jesus multiplicou o pão, primeiro pegou os pães do menino e partiu-os. E só então pôde alimentar a multidão. O vaso de alabastro é outro exemplo. Só depois que ele foi quebrado o aroma encheu o aposento — e o resto do mundo. E Jesus também disse: “Isto é o meu corpo, que é partido por vós”. E se para o Senhor foi assim não deverá ser também para o servo? Pois quando procuramos salvar nossa vida, não apenas a perdemos, mas também destruímos a de outros.
(Leonard Havenhill) 



Os sábios da igreja apontaram “sete pecados capitais”. É claro que sabemos que eles estão muito enganados; todos os pecados são capitais. Mas esses sete são o ventre do qual nasceram mais setenta vezes setenta milhões de outros pecados. São as sete cabeças de um mesmo monstro, que está devorando esta geração a um ritmo aterrador. Estamos vendo uma juventude amante de prazeres, que não liga a mínima para Deus. Enfatuados com seu pseudo-intelectualismo, totalmente indiferentes às coisas espirituais, eles rejeitam os padrões de moralidade vigentes.
(Leonard Havenhill) 



Por que tarda o avivamento? A resposta é muito simples. Tarda porque os pregadores e evangelistas estão mais preocupados com dinheiro, fama e aceitação pessoal, do que em levar os perdidos ao arrependimento. Tarda porque nossos cultos evangelísticos parecem mais shows teatrais do que pregação do evangelho. O avivamento tarda porque os evangelistas de hoje têm receio de falar contra as falsas religiões.
(Leonard Havenhill) 



os cristãos do Novo Testamento foram apedrejados e sofreram todo tipo de ignomínia, por que será que nós, hoje em dia, não provocamos mais a ira do inferno, já que o pecado e os pecadores continuam sempre os mesmos? Por que será que somos tão gelados e enfadonhos?
(Leonard Havenhill) 



É que nós adotamos a cômoda postura de que nossa tarefa para com a Palavra é explicá-la. Na verdade, nossa primeira atitude deve ser de crer nela (e depois obedecer).
(Leonard Havenhill) 



FONTE: Leonard Havenhill - Poque tarda o Pleno Avivamento




  Leonard Ravenhill (1907-1994) foi um evangelista cristão e autor que centrou suas mensagens sobre os assuntos da oração e do reavivamento. Ele é mais conhecido por desafiar a igreja moderna e por seu livro mais notável, “Por Que Tarda o Avivamento?”.

Nascido em Leeds, em Yorkshire, Inglaterra, foi educado em Ravenhill Cliff College na Inglaterra sob o ministério de Samuel Chadwick. Ele era um ávido estudante de história da Igreja e um especialista na área de avivamento. Suas reuniões durante os anos da II guerra mundial, atraiu grandes multidões na Grã-Bretanha, e como resultado, muitos consagraram suas vidas ao Senhor e a vida no ministério cristão e se lançaram nos campos missionários do mundo.


Em 1939, casou com uma enfermeira irlandesa, Martha. Os Ravenhills tiveram três filhos: Paulo, David, e Philip. Paul e David se tornaram ministros do Evangelho, e Philip professor. Em 1959, Ravenhill e sua família mudaram-se da Grã-Bretanha para os Estados Unidos. Na década de 1960 viajavam pelo interior dos Estados Unidos fazendo reuniões evangelísticas em tendas, reuniões de avivamento.

Na década de 1980, Ravenhill mudou-se para uma casa perto Lindale, Texas, a uma curta distância do “ministério dos últimos dias”, do cantor cristão Keith Green. Ele ensinou regularmente aulas nesse ministério e foi um mentor para o falecido Keith Green. Também passou algum tempo ensinando no Bethany College of Missions em Minnesota, e algum tempo em Seguin, Texas.

Entre outros, foram influenciados por Ravenhill, estão Ray Comfort, Gregory Mcnutt, Ravi Zacharias, Tommy Tenney, Steve Hill, Charles Stanley, Bill Gothard, Paul Washer, Dan Brodeur, Sean Cabral Myers, Brett Mullett, e David Wilkerson.

Leonard Ravenhill foi amigo íntimo do pastor e escritor A.W. Tozer, e ele mesmo um escritor prolífico.

Em seus ensinos e livros, Ravenhill pregou sobre as divergências que ele percebeu entre a Igreja do Novo Testamento e a Igreja de seu tempo, e clamava pela adesão aos princípios do avivamento bíblico.


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Billy Graham, Frases

Billy Graham, Frases
“Billy” Graham

“Todo avivamento que já aconteceu na história do mundo ou na história da igreja deu grande ênfase à santidade de Deus. (Billy Graham)

"A ansiedade é o resultado natural de centralizarmos nossas esperanças em qualquer coisa menor do que Deus e Sua vontade para nós.” (Billy Graham)

“A bíblia não manda que os pecadores procurem a igreja, mas ordena que a igreja saia em busca dos pecadores.” (Billy Graham)

“A coragem é contagiosa. Quando um homem valente permanece firme, os outros também endurecem.” (Billy Graham)

“A oração é simplesmente uma conversação de mão dupla entre você e Deus.” (Billy Graham)

Blaise Pascal, Fases

Blaise Pascal, Fases
Blaise Pascal
“Ninguém é tão sábio que nada tenha para aprender, nem tão tolo que nada tenha para ensinar.” (Blaise Pascal)

“Nós sabemos a verdade, não apenas pela razão, mas também pelo coração.” (Blaise Pascal)

“A beleza serena de uma vida santa é a influência mais vigorosa no mundo, depois do poder de Deus.” (Blaise Pascal)
“A felicidade não está apenas dentro de nós nem fora de nós, mas sim em nossa união com Deus.” (Blaise Pascal)

“A virtude de uma pessoa mede-se não por ações excepcionais, mas pelos hábitos cotidianos.” (Blaise Pascal)

Martinho Lutero, Frases

Martinho Lutero, Frases
“A graça é uma qualidade que dá ao homem a força de executar as exigências da lei!” (Martinho Lutero)

“A paz, se possível, a verdade a todo custo.” (Martinho Lutero)

“A teologia não é nada mais do que a gramática da língua do Espírito Santo.” (Martinho Lutero)

“Assim como o fogo sempre produz calor e fumaça, também a fé sempre vem acompanhada do amor.” (Martinho Lutero)

“Deus pôs o símbolo do casamento em toda a parte na natureza: Cada criatura busca a perfeição noutra.” (Martinho Lutero)