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Eleição e Predestinação

Eleição e Predestinação, você sabe o que é?



Olá, tudo bem? Nesta postagem, vou falar um pouco sobre o que é Eleição e Predestinação, se você ainda não sabe explicar a diferença entre Eleição e Predestinação, veja essa postagem até o final, que eu vou estar te explicando de uma forma bem didática e descomplicada.


Se preferir assista o vídeo abaixo:





Sobre a Eleição sabemos que é a escolha, de um povo em Cristo, que Deus escolheu para si mesmo, ou seja, a igreja do Senhor Jesus. Todos aqueles que estão verdadeiramente em Cristo são eleitos de Deus.


Já a Predestinação abrange o que acontecerá ao povo de Deus, ou seja, a todos os crentes que forem fieis ao Senhor Jesus até o fim. A Predestinação é concernente ao destino da Igreja do Senhor, ao que Deus preparou para o que nele permanecer.


Podemos fazer a seguinte analogia sobre Eleição e Predestinação:


Imagine um grande navio que está navegando em direção ao céu, o navio é a igreja, e Jesus é o Capitão que esta conduzindo este gigantesco navio. Todos que desejarem, podem entrar neste navio, mas, somente mediante a fé em Jesus, vão permanecer nele.


Todos os que permanecem neste navio, acompanhados de seu Capitão Jesus Cristo, estão entre os eleitos de Deus e são os eleitos Deus. Mas, deixa de ser eleito, todo aquele que abandona este navio e o seu Capitão que é Jesus.


Já a predestinação, podemos dizer que, refere-se ao destino deste gigantesco navio, e ao que Deus preparou para o que nele permanecer, concerne ao destino dos eleitos do Senhor.


Deus convida a todos a entrar a bordo do seu navio eleito, mediante a Fé em Jesus Cristo, podemos embarcar nesta jornada pela Maravilhosa Graça do nosso Senhor Jesus. Navegando rumo ao céu, que é a morada que Deus predestinou aos seus eleitos.



A autenticidade do cristianismo.



A autenticidade e a necessidade do cristianismo no mundo. 



Ageu, dita 520 anos antes de Cristo: "Porque isto diz o Senhor dos exércitos: Ainda falta um pouco e eu comoverei o céu, e a terra, e o mar, e todo o universo. E moverei todas as gentes: e virá o Desejado de todas as nações" (Ageu 2. 6 e 7).


Há cerca de 2000 anos, mas no tempo de César Augusto, apareceu no nosso mundo uma pessoa maravilhosíssima, operou uma renovação extraordinária nos sistemas religiosos existentes. Quanto ao nascimento e posição, ocupava a de um artista, segundo nos informam os evangelistas. A tradição nos informa talvez, acertadamente, que seguiu, como seu pai adotivo, ofício de carpinteiro. Algumas versões dos Evangelhos confirmam esta tradição.


O mundo, estava esperando intensamente a vinda de alguém de importância, porém não o esperava entre as camadas humildes da sociedade. O aparecimento a que aludimos atraiu, portanto, pouca atenção. Contudo, esse nascimento foi admiravelmente atestado com prodígios, tais como o aparecimento de uma estrela e visões de anjos. Deu-se na época apontada por Daniel (Dn 9.25-27); no lugar indicado por Miqueias (Mq 5.2); na ocasião o recenseamento dos habitantes da Judeia, mandado fazer por Augusto, imperador romano, que demonstrou oficialmente que, tanto da parte da mãe como da do pai, o recém-nascido era da linhagem da casa real de Davi, da tribo de Judá, da família de Abraão, como estava predito claramente nas Escrituras judaicas.


Não é nossa intenção dar os pormenores dos fatos maravilhosos relacionados com o nascimento, vida e morte de Jesus Cristo. Muitos estão cientes disso; e todos têm facilidade de se informarem, caso queiram. Ele declarou nada menos que isto: ser o Filho de Deus; ser um com Deus; enfim, o Messias, "o Desejado de todas as nações", o libertador esperado pelos judeus e pelos gentios.


Não forma parte do nosso propósito argumentar sobre a autenticidade dessas declarações. Muitos as admitem, outros não. Outros ainda têm investigado bem o fundamento em que se apoiam, mas todos admitirão que é um assunto por demais importante para se tratar de forma apressada; nem as provas nem as evidências se poderão aduzir no pouco espaço de que dispomos.


Recomendamos, contudo, àqueles que ainda não estudaram o assunto, fazê-lo desejosos de apurar a verdade. A investigação não é proibida a ninguém. Alguns intelectos mais elevados, verdadeiros luminares da humanidade tais como Milton, Newton e outros têm se entregado a esse estudo e têm aceitado sem reservas a verdade daquelas informações.


Propomos-nos tratar aqui dos fatos históricos e da doutrina que Cristo introduziu e de forma resumida. Jesus asseverou que a sua missão era curar e salvar um mundo cheio de pecado, ser uma luz para os que estavam nas trevas e guiar todos os que seguissem a sua direção para a paz, para a santidade, para o Céu. Passou a vida fazendo bem ao corpo e à alma dos homens, e a propagar, inculcar e explicar as suas doutrinas. Associou-se aos humildes, aos ignorantes, a Os necessitados e aos pecadores. Recusou honras reais quando lhe foram oferecidas, e desprezou toda a ideia de governo ou grandeza secular, como impróprios ao seu reino, que declarava ser de natureza espiritual.


Morreu (contra a expectativa dos seus seguidores) como malfeitor, às mãos do governo romano, por instigação de seus desa-pontados compatriotas, os judeus. Mas disso, tanto Ele, como os profetas antes dele, tinham predito. Tanto na ocasião da sua morte, como na do seu nascimento, ocorreram prodígios, tais como terremoto e escuridão sobrenatural numa ocasião em que, segundo as leis da natureza, era impossível haver eclipse do sol (Todos os eclipses do sol devem suceder por ocasião da lua nova. Jesus Cristo foi crucificado por ocasião da festa da Páscoa, sempre celebrada na lua cheia). Esses prodígios foram relatados às autoridades de Roma e registrados em seus anais...


Para tornar a sua vida mais assinalada na história do mundo (independente da sua importância sob o ponto de vista religioso), Cristo ressurgiu da sepultura, como tinha predito, apesar da guarda romana, e apareceu repetidas vezes a seus amigos e seguidores durante quarenta dias, subindo depois para o Céu na presença deles. A realidade destes fatos é testificada como ainda não o foi outro fato da história. Estes fatos estão citados por testemunhas oculares em não menos de cinco narrações diferentes.


Também muitos outros livros, escritos por pessoas que assistiram aos acontecimentos, se referem a eles e os confirmam. E, o que é digno de nota as testemunhas destes fatos viajaram por terra e por mar para espalharem a notícia, sem lhes descobrirmos nenhum dos motivos que usualmente influem os homens a agir. Eles nada ganharam com as suas asserções, senão perseguição, insultos e desprezo; muitos deles voluntariamente sacrificavam suas vidas como testemunho da sinceridade das suas afirmações e da sua fé.



Repetimos: Nem um fato da história foi comprovado tão abundantemente como os fatos que se prendem à vida, morte e ressurreição de Cristo. Aquele que rejeita estas verdades deve estar preparado para crer: primeiro, que uns cento e vinte indivíduos, pelo menos, se combinaram para espalhar uma falsidade com a qual nada lucrariam, mas que lhes podia ocasionar a perda de tudo que o mundo preza, até a própria vida; segundo, que tais pessoas, se culpadas de falsidade, inculcavam e exerciam a virtude, coisa não comum; terceiro, que todos eles persistiram na afirmação de uma falsidade, sem ninguém descobrir a natureza da conspiração ou combinação (se ela porventura existia); quarto, que muitos deles selaram o seu testemunho com o próprio sangue, quando a simples confissão do seu erro (se tal tivesse sido), lhes teria poupado a vida.


Quem pensais então que está certo - aquele que aceita uma declaração garantida por testemunhas oculares, não contraditadas por aqueles que o teriam feito, se pudessem, ou o homem que rejeita a qualquer testemunho, aceitando todas as conseqüências da rejeição?


Devemos agora deixar os fatos relativos à introdução ao Cristianismo, e considerar, também resumidamente, a natureza da doutrina, ou ensino, introduzido por Cristo, ou seja, o caráter do sistema denominado Cristianismo. Isto, diga-se de passagem, não admite dúvida quanto à sua realidade. Ainda que mal entendido, e, por isso, deturpado, o Cristianismo é um fato cuja existência ninguém terá coragem bastante de negar.


O paganismo era essencialmente sacerdotal. O Cristianismo ensina que não é mais necessário um sacerdócio medianeiro e sacrificador; que Cristo abriu um "caminho novo e vital" de acesso a Deus e convida a todos os seus seguidores a chegarem-se a Ele diretamente por Cristo.


O paganismo, como o judaísmo, impunha continuamente, por qualquer transgressão, sacrifícios sem conta; o Cristianismo ensina que "Cristo foi uma só vez imolado para tirar os pecados de muitos", e que "com uma só oferenda fez perfeitos para sempre aos que tem santificado". Cristo substituiu os ritos, e as oferendas cruéis, custosas e enfadonhas, pela fé, operando por amor a Deus e aos homens.


Em lugar do perdão comprado, o único alcançado entre os pagãos, por meio de oferendas custosas, Cristo ofereceu salvação e perdão gratuitos ao mais pobre, "sem dinheiro e sem preço". Enquanto o paganismo só introduzia os abastados, os sábios, e os grandes nos seus mistérios, Cristo mandou que a sua mensagem fosse levada especialmente aos pobres, aos pecadores e aos simples, e isso mesmo Ele fez.


Longe de permitir a crueldade, Cristo ensinou: "Bem-aventurados os misericordiosos, porque eles alcançarão misericórdia." Longe de louvar a vingança ou o ódio tão comuns entre os pagãos, Cristo ensinou a doutrina até então nunca ouvida. "Eu vos digo: amai a vossos inimigos, fazei bem aos que vos têm ódio, e orai pelos que vos perseguem e caluniam." Ele próprio guiou-nos neste difícil caminho orando pelos seus algozes: "Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem.".



FONTE: AS CATACUMBAS DE ROMA, de Benjamin Scott, p. 57, 58 e 59.

QUAIS AS MAIORES OBJEÇÕES DAS PESSOAS DURANTE UM EVANGELISMO


12 DAS MAIORES OBJEÇÕES DAS PESSOAS QUANDO ESTÃO SENDO EVANGELIZADAS:



1. Há tantas religiões... e todas vivem em discórdia. 


Resposta a esta objeção: O nome de uma igreja não é capaz de salvar. Onde existe homens, existe diferença de opinião. Siga a Bíblia, procure se orientar por ela e escolha uma igreja onde a verdade da Palavra de Deus é pregada e vivida.



1. Todos os caminhos levam a Deus, qualquer religião serve.


Resposta a esta objeção: A religião em si não salva ninguém. Uma boa religião é aquela que nos ajuda a conhecer o plano de Deus e nos aproxima dele. Algumas religiões nos ensinam princípios que são contra os princípios estabelecido pela Palavra de Deus. Somos salvos pela ação de Jesus em nossa vida. Ex. de religiosos não salvos: 1. Moço rico. - Mc 10.17-22; 2. Cornélio. - At 10.3 3. Nicodemos. - Jo 3.1-8.




3. No fim todo mundo será salvo; Deus não condena ninguém


Resposta a esta objeção: Deus não condena. O homem escolhe seu caminho. Quem nEle crê não entra em condenação mas quem não crê já está condenado. - Mt 12.37; Jo 3.17-19; 12.47-49; 2 Pe 2.4,9.



4. Eu me considero bom; não pretendo mudar-me de religião. 


Resposta a esta objeção: A Bíblia diz que ninguém é bom. Is 64.6, Mc 10.18 e Rm 16.31 O homem é salvo única e exclusivamente por Jesus. At 4.12 e 16.31



5. Sou mau elemento, e Deus não quer um pecador assim.


Resposta a esta objeção: Deus não rejeita ninguém. Aquele que confessa seus pecados e os deixa, alcança misericórdia. - Jo 3.16; Is 1.18; Rm 5.20



6. Ah! Para ser salvo não precisa ir à igreja. 


Resposta a esta objeção: Ir à igreja não salva, mas os salvos em Jesus Cristo se reúnem para manter comunhão uns com os outros e adorar a Deus juntos. - Sl 133; At 2.44; Hb 10.25; 1Jo 1.3,7.



7. Eu não creio na bíblia. 


Resposta a esta objeção: Você não é o primeiro e nem será o último com esta opinião. Deve existir, contudo, um motivo para sua dúvida e poderíamos conversar sobre isso. A Bíblia tem transformado a vida de muitos homens e enfrentando as maiores perseguições, mas tem resistido a tudo através dos séculos. Hoje ela é o livro mais lido no mundo e cada ano tem sido distribuído só no Brasil mais de 1 milhão de exemplares. Suas profecias se cumprem, seus ensinos dão vida nova aos homens e declaram seu futuro. Eu o desafio à sua leitura. - Sl 119.105; II Tm 3.14-17.



8. A bíblia foi escrita por homens. 


Resposta a esta objeção: É verdade, pois Deus encheu alguns homens com seu Santo Espírito e lhes falou sua vontade. A Bíblia é a Palavra de Deus revelada ao homem. II Pe 1.19-21; II Tm 3.16. Ela contém inclusive as palavras do próprio Jesus e Ele foi enviado por Deus, o Pai, para nos trazer esta boa noticia.



9. O papel aceita tudo. 


Resposta a esta objeção: A Bíblia não é um livro comum. Todas as coisas que o homem faz tendem a desaparecer e com o tempo são esquecidas. Os homens escrevem livros aos milhares, fazem pesquisas, alteram textos, capas, etc... e um suplanta o outro. A Bíblia permanece com seu texto original através dos séculos, e é sempre atual e cada vez mais apreciada e lida. É uma fonte de pesquisa, a base da legislação no mundo inteiro e revela Deus aos homens. É perseguida, criticada, desprezada, no entanto permanece intacta até hoje e cada vez mais preciosa. - Hb 4.12; Sl 119.9



10. Na bíblia há muitas discordâncias. 


Resposta a esta objeção: Pelo contrário, a Bíblia não se contradiz, se, contudo você tem um ponto que julga haver controvérsia, poderemos conversar em particular quando quiseres.


11. A bíblia de vocês é falsa; falta-lhe sete livros. 


Resposta a esta objeção: Os sete livros que existem a mais na Bíblia Católica são considerados apócrifos, isto é, não inspirados e isto é reconhecido pela própria Igreja Católica. Portanto não coloca-los na Bíblia só lhes aumenta o valor e não diminui.



12. As igrejas atuais estão cheias de falsos crentes. 


Resposta a esta objeção: É possível que alguma pessoa que você procura ganhar para Cristo tenha dificuldades por causa de faltas ou pecados que vê em certos membros das igrejas. Por que pedir que Cristo as salve, se alguns dos crentes que ela conhece são piores do que ela própria? Dizem alguns que a igreja explora os pobre e oprime os ignorantes. Tais obstáculos demonstram a importância de darmos bom exemplo em tudo o que fazemos. Podemos perguntar a essas pessoas: "Você se recusaria a receber dinheiro pelo simples fato de haver moedas falsas em circulação? Então, por que rejeita o cristianismo, no qual há milhões de pessoas verdadeiramente convertidas, pelo único fato de haverem alguns falsos cristãos?" Pergunte a tais pessoas se conhecem algum cristão cuja a vida concorde com os ensinos de Jesus, ou se encontram alguma falta em Jesus e nos seus ensinamentos. A ele é que devem aceitar se quiserem ser salvas. A prática dos princípios bíblicos só e possível para aqueles que verdadeiramente nasceram de novo; aqueles que realmente nasceram em Cristo. Deus julgará e repudiará todos os falsos cristãos (Mateus 7:21).


FONTE: Anonima



Espero que este conteúdo tenha sido útil, até logo!



O QUE É EVANGELIZAÇÃO?




O QUE É EVANGELIZAÇÃO? 



É o ato de comunicar o evangelho. É o ato de evangelizar. A palavra “evangelização” indica ação, significando “pregar o evangelho”.

Mas o que é evangelizar? Devo dizer que não existe unanimidade quanto a este conceito. Existem dois conceitos básicos sobre o que seria evangelizar:

Evangelizar é a comunicação do evangelho à alguém de tal maneira que este pudesse tomar uma decisão consciente de aceitação ou rejeição à pessoa de Jesus Cristo como Senhor e Salvador.
Evangelizar é a comunicação do Evangelho seguida da conversão do ouvinte.

Diante deste dilema, fica a pergunta: quando podemos considerar alguém evangelizado?

Quando uma pessoa ouve o evangelho e encontra-se capaz de decidir se quer ou não seguir a Jesus, ou quando ouve o evangelho e toma a decisão de seguir a Cristo?

O segundo conceito é equivocado. Porque este define a evangelização em termos de um efeito produzido na vida dos outros. Os missionários que lutam muito, às vezes sem ver nenhuma conversão, poderíamos dizer que eles não estão evangelizando? De maneira nenhuma. Sabemos pelas escrituras que o Evangelho deve ser pregado por todos os cristãos, mas quem convence e opera o novo nascimento é o Espírito Santo (Jo 3:7, 8; Ez 36:26 e 27).

Sabemos ainda que Deus deu ao homem capacidade volitiva para decidir se quer ou não seguir a Cristo. O evangelista lança a semente, mas o Senhor dá crescimento. O Evangelista lança redes mas o Senhor traz os peixes. E o ouvinte se entrega ou rejeita a Cristo. O Dr. Peter Wagner e o Dr. John Stot definiram da seguinte forma o conceito da evangelização:

“A natureza da evangelização é a comunicação das boas novas. O propósito da evangelização é dar aos indivíduos e grupos uma oportunidade válida para aceitarem a Jesus Cristo. A meta da evangelização é persuadir homens e mulheres para que cheguem a ser discípulos de Jesus Cristo e sirvam a Ele na comunhão de sua Igreja.”

Diante desta definição, queremos destacar três aspectos que constituem a ação evangelizadora:

Proclamação: Seria a comunicação ao pecador a respeito de sua condição de escravo do pecado, da natureza e conseqüência dessa escravidão, do amor de Deus e Sua providência em Jesus Cristo para salvação deste e da chamada divina para uma decisão por Cristo Jesus;

Convencimento – O evangelista nesta ação, seria apenas um instrumento nas mãos do Espírito. Pois é o Espírito que convence e muda o coração do pecador;

Integração – Depois da conversão do pecador, este deve ser levado a um compro-misso com o corpo visível de Cristo (a Igreja), onde seria discipulado e levado ao desenvolvimento e amadurecimento da sua fé em Cristo Jesus (Ef 4:12,13).

O fato de evangelizar significa: Ganhar vidas para Edificar.

Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo. - 2 Coríntios 5:17 acf

Disse-lhes, pois, Jesus outra vez: Paz seja convosco; assim como o Pai me enviou, também eu vos envio a vós. - João 20:21 acf.

Principais profecias do A.T. que se cumpriram em Jesus





Principais profecias do A.T. que se cumpriram em Jesus

As Profecias Referentes a Cristo no AT. 


Já foi feita uma estimativa de que várias centenas de profecias relacionadas a Cristo já se cumpriram em seu primeiro advento. Arthur T. Pierson (1837-1911) afirmou que há 332 referências a Cristo no AT que foram expressamente citadas no NT como rofecias cumpridas durante a sua vida e ministério, ou como previsões de seu caráter.


Somente um Deus onisciente e onipotente poderia predizer seguramente tantos acontecimentos e detalhes, e fazê-los acontecer e se cumprir com exatidão, como aconteceu. Algumas das profecias mais importantes, cumpridas em Jesus Cristo, foram relacionadas abaixo:


Génesis 3.15 - a semente de uma mulher [de um homem em nascimentos normais] e a derrota de Satanás.


Génesis 12.1-3,7 - a semente de Abraão, através de quem todas as famílias da terra serão abençoadas; cf. Gálatas 3.16; Atos 3.25.


Por que Deus nos ama tanto?


Por que Deus nos ama tanto?

           Essa é uma das perguntas mais difíceis de responder se pensarmos nela sob a perspectiva de Deus. Aqui estamos nós, suas criaturas, que fomos feitas à sua imagem com a responsabilidade de espelhar e refletir sua glória e sua retidão para todo o mundo.
          Nós o desobedecemos vezes sem conta, em todos os lugares e de todas as maneiras. Ao fazer isso, representamos mal o seu caráter diante de todo o universo.
          A Bíblia diz que a própria natureza geme esperando o dia da redenção da humanidade, porque a natureza sofre com nossa iniquidade: "Porque sabemos que toda a criação geme e está juntamente com dores de parto até agora" Romanos 8:22

A Fé é Cega?



A Fé é Cega? O qual verdadeiro significado da Fé?


Há um sério problema com o modo com que algumas pessoas definem a palavra Fé, principalmente os não cristãos, e, por vezes, até mesmo alguns cristãos, também interpretam mal o significado da Fé cristã. Simplesmente de modo equivocado acreditam que Fé é crer por crer, como se a Fé fosse um sentimento irracional ou cego. É como se, ter Fé fosse acreditar em algo mesmo sem ter motivos para acreditar, ou como se ter fé fosse acreditar em algo mesmo com todas as evidências apontando para o lado oposto. Eles acham que a Fé é acreditar em algo que você sabe que não é verdade. E que, de alguma forma, você acredita mesmo assim. Mas, essa não é a forma correta que os cristãos verdadeiros usam a palavra Fé.

Nem tudo está perdido - Reflexão



Reflexão sobre recuperação


"Durante a Segunda Guerra Mundial, o navio Califórnia teve seu casco perfurado e naufragou com muitos marinheiros, que não tiveram tempo para se salvar. Amarinha norte-americana, acreditando na continuidade da guerra por anos, achou por bem recuperar aquele navio. Dois anos se passaram e o Califórnia foi içado do fundo do mar, após um grande investimento tecnológico para que o navio pudesse ser levado à superfície. Todo o esforço foi válido, pois este mesmo navio foi usado com eficiência para combater os mesmos inimigos que o bombardearam, provocando o seu naufrágio. Sua participação na guerra foi decisiva para a imposição da superioridade dos EUA no mar. No final da guerra, o navio foi condecorado com toda a sua tripulação". (Alexandre Coelho)


Recuperação
Quando Deus entra na vida das pessoas Ele molda e transforma o caráter do individuo, e nos faz como joias preciosíssimas! Assim como na ilustração acima, do navio que foi restaurado, quando somos restaurados por Deus renascemos com um novo vigor, uma nava força, essa força vem de Deus, e faz com que aquele que antes era um derrotado e perdedor, agora seja um vitorioso do Senhor, que triunfa um cada luta contra o pecado e em cada batalha do dia a dia!


Podemos observar que, no decorrer da historia, Deus sempre buscou se relacionar e manter contato com sua criação. O próprio fato de Deus ter ordenado a Moisés que construísse o tabernáculo, para poderem buscar a presença de Deus, já é uma grande evidencia de que Deus sempre procurou se aproximar de sua criação. Mas, infelizmente o homem, por causa do pecado, acabou se distanciando cada vez mais da presença de Deus, e, sabemos que quanto mais o homem se afasta de Deus, mais ele se aproxima do fracasso e da destruição. Mas Deus é amoroso e misericordioso sempre, e nem tudo está perdido, Deus não abandonou sua criação. Ele ainda batalha incessantemente pela sua criação, por cada indivíduo, pois Ele quer resgatar e restaurar cada um de seus filhos "Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna." João 3:16.


Mesmo que você esteja no fundo do poço, ou em uma situação que parece não ter solução, destruído e abatido por causa do pecado, isso não importa, para Deus você ainda tem grande valor, pois, o nosso Deus é Deus que conserta e restaura o que antes estava perdido "Porque o Filho do homem veio buscar e salvar o que se havia perdido." Lucas 19:10 . Ele consegue pegar aquele homem que estava antes abatido e completamente destruído fazer dele um novo homem, uma nova criatura, alguém que antes não tinha nenhum valor em um novo ser, um ser valiosíssimo.




Veja Também:


O Saber para Salvação - Reflexão

O Saber para Salvação - Reflexão
"Se algum de vocês tem falta de sabedoria, peça-a a Deus, que a todos dá livremente, de boa vontade; e lhe será concedida." Tiago 1:5

Nunca subestime a inteligência do seu próximo! 

Um jovem que havia acabado de concluir um curso universitário atravessava um rio em companhia de um pescador que era crente. O "sábio" rapaz iniciou a conversa indagando se o barqueiro havia estudado gramática e latim. O barqueiro respondeu que não.
Com a resposta negativa, o universitário respondeu:

Ir na Igreja? Por que? - Reflexão

Quem nunca se perguntou, por que eu preciso ir à igreja? 

Ir na Igreja? Por que? - Reflexão
Se você é uma pessoa bem nutrida espiritualmente vai entender bem o que esta mensagem está a dizer, mas se você está quase morto espiritualmente, pare e pense, um pouco que talvez esteja faltando na sua vida espiritual...

POR QUE IR NA IGREJA? 

Um frequentador de Igreja escreveu para o editor de um jornal e reclamou que não faz sentido ir à Igreja todos os domingos. “Eu tenho ido à Igreja por 30 anos, ele escreveu, e durante este tempo eu ouvi uns 3.000 sermões. Mas por minha vida, eu não consigo lembrar nenhum sequer … Assim, eu penso que estou perdendo meu tempo e os Pastores estão desperdiçando o tempo deles pregando sermões!”

Esta carta iniciou uma grande controvérsia na coluna “Cartas ao Editor”, para prazer do Editor Chefe do jornal, que por semanas foi recebendo e publicando cartas do assunto, até que alguém escreveu este argumento:

“Eu estou casado já há 30 anos. Durante este tempo, minha esposa deve ter cozinhado umas 32.000 refeições. Mas, por minha vida, eu não consigo me lembrar do cardápio de nenhuma destas 32.000 refeições. Mas de uma coisa eu sei, todas elas me nutriram e me deram a fôrça que eu precisava para fazer o meu trabalho. Se minha esposa não tivesse me dado estas refeições, eu estaria hoje fisicamente morto.

Da mesma maneira, se eu não tivesse ido à Igreja para alimentar minha fome espiritual, eu estaria hoje morto espiritualmente.” 

 Graças a Deus por nossa nutrição física e espiritual!


PARÁBOLA DO SEMEADOR

A parábola do semeador




Para ouvir e anunciar a Palavra de Deus 


LEITURA BÍBLICA: Marcos 4:3-20


INTRODUÇÃO


Para ilustrar verdades espirituais, Jesus frequentemente contava, por parábolas, histórias sobre os acontecimentos do dia a dia. A parábola do semeador é uma das narrativas de Jesus encontrada nos três Evangelhos sinóticos (Mt 13.1-9, Mc 4.3-9 e Lc 8.4-8) e relata de que forma a mensagem de salvação será recebida no mundo. Além disso, a parábola do semeador pode ser interpretada como “a parábola do coração”, pois mostra como é o interior de cada pessoa.


I. INTERPRETAÇÃO DA PARÁBOLA DO SEMEADOR


1. A importância em compreender a parábola. 


A parábola do semeador é uma das mais importantes, não apenas por constar nos três primeiros Evangelhos, mas também por ser fundamental para o entendimento de outras. Por essa razão, é necessário comparar e contrastar as referências paralelas a cada narrativa. Desse modo, teremos um quadro completo do que o Senhor Jesus disse sobre o Reino do Céu, já que a narrativa refere-se ao Reino. Essa história fala de um agricultor que lançou sementes em vários lugares com diferentes resultados, dependendo do tipo do solo (Mc 4.3-20). Para se entender essa parábola, é preciso recorrer ao contexto de Mateus 13.18-23, quando o próprio Senhor Jesus a interpretou.

2. Os elementos que constituem a Parábola:


O Semeador, a semente e o solo. No mesmo capítulo da parábola do semeador, ao explicar a parábola do trigo e do joio, o Mestre apresenta-se como o semeador (Mt 13.36-43). Daí, ainda que não especificamente mencionado, é possível inferir que o Semeador é Jesus, pois se compararmos o texto dessa parábola com o de Mateus 13.37, podemos concluir que há uma referência imediata com o Senhor. Contudo, por extensão, podemos igualmente entender que o semeador também pode ser qualquer pessoa que fielmente proclama a mensagem do Evangelho nos nossos dias. Quanto à semente, esta é a Palavra de Deus ou “a palavra do Reino” (Mt 13.19a) que, como sabemos, era o tema da pregação de Jesus (Mt 4.23) e da pregação apostólica (At 8.12; 28.30,31). Já o “solo”, é algo muito importante para qualquer planta. Por isso, os cristãos precisam desenvolver suas raízes por meio da fé em Cristo e do estudo da Palavra cada vez mais profundo. Tempos difíceis virão, e somente aqueles que tiverem desenvolvido suas raízes abaixo da superfície, sobreviverão.

3. Os diferentes tipos de solos infrutíferos. 


As pessoas que ouvem a Jesus são comparadas com vários tipos de solo (Lc 8.5-8). O solo duro e compactado da estrada impediu que as sementes penetrassem, permitindo que ficassem na superfície, expostas às aves que vieram e as comeram. Este solo representa aqueles que “ouvem e não entendem” (Mt 13.19a), por isso endurecem o coração para não receberem a Palavra (Mt 13.15). As aves representam Satanás (Mc 4.15), que arrebata a Palavra dessas pessoas, cujos corações estão endurecidos. As sementes que caíram sobre pedregais (vv.16,17), onde não havia muita terra, e, como consequência, cresceram rapidamente, acabaram secas num instante (v.6). Este solo raso representa as pessoas que ouvem a Palavra e a recebem com grande alegria, porém, quando surgem as dificuldades, as tribulações ou as perseguições por causa do Evangelho, elas não resistem e imediatamente tropeçam (Mt 13.20,21). Daí a necessidade de um maior embasamento na Palavra de Deus recebido através de um bom discipulado e frequência na Escola Dominical. Já as sementes que caíram entre espinhos são sufocadas quando estes crescem e roubam o alimento, a água, a luz e o espaço dos brotos. Infelizmente existem forças capazes de sufocar a mensagem, de forma a torná-la infrutífera (v.18). Este solo representa aqueles que “ouvem a palavra”, mas cuja capacidade para gerar fruto é sufocada. Jesus descreveu os espinhos como “os cuidados deste mundo”, “a sedução das riquezas” e “os prazeres da vida” (Mt 13.22; Mc 4.19; Lc 8.14; 12.29-32; 21.34-36). As distrações e os conflitos impedem os novos crentes de refletir e aprender a Palavra de Deus a fim de crescerem. Essas coisas, produzidas pela ambição das coisas materiais atormentaram os discípulos do primeiro século, da mesma forma como acontece nos dias atuais, distraindo os crentes de maneira que permaneçam infrutíferos, não produzindo nenhuma colheita.


II. A IMPORTÂNCIA DE OUVIR O EVANGELHO


1. O tipo ideal de solo. 


A parábola do semeador é uma descrição das várias respostas ao “ouvir” a Palavra de Deus e, seguramente, retrata as reações que Jesus encontrou no seu próprio ministério. A parábola adverte contra o ouvir superficial, mas também alimenta a expectativa do ouvir real e produtivo, que leva à obediência, e não devemos esquecer que o verbo grego correspondente a “ouvir” é frequentemente traduzido como “obedecer”. Por isso, o Mestre falou que algumas sementes caíram em boa terra (v.20). Tal terra tinha profundidade, espaço e umidade para crescer, multiplicar e produzir uma boa colheita. Este solo representa as pessoas que “ouvem” a Palavra e a “entendem”, frutificando abundantemente (Mt 13.23; Lc 8.15). Elas são como os bereanos que foram recomendados “porque de bom grado receberam a palavra, examinando cada dia nas Escrituras se estas coisas eram assim” (At 17.11). São, na verdade, os verdadeiros discípulos, aqueles que aceitaram Jesus, creram em sua Palavra e permitiram que Ele fizesse a diferença em suas vidas (At 17.12).

2. O tipo ideal de ouvinte. 


Jesus mostrou que o ato de “ouvir” representa um solo fértil para a mensagem do Reino. Se produzirmos frutos, isso provará que ouvimos. Se aqueles a quem pregamos o Evangelho produzirem frutos, isso mostrará que a semente que plantamos fincou raízes em seus corações. Jesus inicia a parábola do semeador com a palavra “ouvi” (v.3a) e termina com a seguinte advertência: “quem tem ouvidos para ouvir, ouça” (v.9). Analisando o aspecto material, o solo não é culpado se estiver duro, cheio de pedras ou de espinhos, enquanto que no aspecto espiritual, somos responsáveis se o nosso coração estiver endurecido, ou seja, se não estiver aberto para a Palavra de Deus arraigar-se profundamente, ou deixarmos as coisas deste mundo sufocarem a Palavra.

3. A importância de “ouvir”.


 Ao descrever o tipo ideal de solo, Jesus destaca o melhor perfil de ouvinte, mas também a importância de ouvir a Palavra e a conservar “num coração honesto e bom” a fim de dar “fruto com perseverança” (Lc 8.15). Aqui há uma lição para o ouvinte também. O fruto produzido depende da resposta à Palavra. É importante ler, estudar e meditar sobre as Escrituras. A Palavra tem que vir habitar em nós (Cl 3.16), para ser implantada em nosso coração (Tg 1.21). Temos que permitir que nossas ações, nossas palavras e nossas próprias vidas sejam formadas e moldadas pela Palavra de Deus.


III. O CHAMADO PARA ANUNCIAR O EVANGELHO


1. A obra da maior importância. 


Uma vez que a condição das pessoas sem Deus é de ignorância espiritual, pois Satanás “encobre” os seus corações para não ouvir o Evangelho (2Co 4.3,4), o maior serviço que qualquer cristão pode, e deve realizar, é semear a boa semente da Palavra de Deus (Ec 11.6). Isso não apenas com os seus lábios, mas também através do testemunho pessoal e da literatura (Fp 1.18). Cristo morreu e ressuscitou para nos salvar de nossos pecados. Agora, todo aquele que nEle crê, e for batizado, não mais será condenado, antes receberá a vida eterna (Mc 16.16; Ef 1.13,14).

2. Jesus e a ordem para pregar. 


Recordando que Evangelho significa “boas novas”, “boa notícia”, e que tal boa notícia nada mais é que a salvação em Jesus (Mt 28.18-20; Mc 16.15-18), todos precisam ouvir o evangelho. Jesus nos encarregou de contar as boas notícias às pessoas à nossa volta, pois o evangelho é uma notícia tão boa que não podemos guardar só para nós!

3. A importância de pregar o Evangelho. 


É muito importante pregar o evangelho, para que mais pessoas ouçam, creiam e sejam salvas (Rm 10.14,15). Aplicando-se espiritualmente, todos aqueles que seguem a Cristo devem estar sempre ensinando a Palavra, pois quanto mais ela é plantada nos corações, maior a colheita (1Co 3.6,7). É preciso, porém, saber que o que semeia a Palavra (v.14) o faz em todas as qualidades de solo (Is 32.20; Mc 16.15), semeia a Palavra sem observar o vento, nem as nuvens (Ec 11.4-6), semeia a Palavra sem gastar tempo com outra coisa (2Tm 2.4).


CONCLUSÃO


Como vimos, atualmente somos os semeadores, ou seja, a mesma Palavra de Deus pode ser plantada em nossos dias. Todavia, como na parábola, os resultados serão determinados pelo coração daquele que ouve. Lembremos que o nosso papel é pregar e o do Espírito, convencer os pecadores (Jo 16.8-11).



FONTE: LIÇÕES BÍBLICAS CPAD ADULTOS - 4º Trimestre 
de 2018 - Lição 2: Para ouvir e anunciar a Palavra de Deus